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Memorial da graduação publicitária

O site recebeu uma página de portifólio e um álbum fotográfico com trabalhos diversos. Com isto ele atinge sua estrutura mínima para ser lançado oficialmente.

 

 Como ele foi concebido a partir do meu projeto da monografia de conclusão do curso de produção publicitária (TCC), aproveito a deixa para fazer aqui uma galeria retrospectiva dos trabalhos de conclusão de cada módulo do curso (TCMs).

TCM 05 – alefilizzola.com (nov 2008)

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TCC – Trabalho de Conclusão do Curso de Produção Publicitária

RESUMO

Este trabalho foi proposto como tema para o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), sob a orientação da Professora Adriana Sampaio, do curso de Produção Publicitária da FAZ, Belém, Pará, 2008. O desafio lançado seria o de desenvolver o projeto de um website. Dentre os diversos produtos e abordagens que a internet permitiria, optou-se por se desenvolver um trabalho autoral, baseado na própria obra do elaborador deste estudo. Um espaço virtual onde ele pudesse divulgar tanto seu portfólio pessoal quanto profissional, artigos e opiniões. O resultado apurado, que concilia conceitos da web 2.0 – como blogs e fotologs – valoriza ao conteúdo e prima pela simplicidade. Um sítio na rede mundial de computadores que atende com eficiência às necessidades de uma “existência virtual” do autor.

 

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TCM 04 – Olhando Belém (jun 2008)

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Sobre a concepção deste trabalho

 

A capital paraense apresenta uma característica peculiar e em contra-senso com o que ocorre na maioria das cidades banhadas pelo mar — no caso de Belém, um “rio-mar”, as águas da Baia do Guajará — e com exuberantes recursos naturais: ela cresceu “de costas” para eles.

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TCM 03 – Círio: fé e arte de um povo (nov 2007)

 

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O desafio era desenvolver uma campanha de divulgação do Círio de Nazaré para além das divisas do estado do Pará, onde ele acontece. Foi um projeto de caráter experimental que causou alguma polêmica, brincando com a profusão de elementos e cores tão características desta festa.

O Círio de Nazaré foi trabalhado de maneira abrangente, destacando suas principais referências, através de imagens expressivas, e informando sobre seu significado com breves textos de apoio.

O objetivo da campanha desenvolvida é familiarizar a população brasileira com este evento e divulgar valores da cultura e identidade paraense, através de uma abordagem institucional, e preparando terreno para que, no futuro, ações promocionais sejam realizadas.

Este trabalho foi realizado sob a orientação da Professora e Coordenadora Marina Castro, do curso de Produção Publicitária da FAZ, Belém, Pará, durante o segundo semestre de 2007.

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TCM 02 – Sou cego, mas é você que não me vê (jun 2007)

 

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Sobre este trabalho

 

A APPD (Associação Paraense das Pessoas com Deficiência) foi escolhida como a destinatária do estudo e esforços de campanha. Como as diferentes deficiências exigem diferentes abordagens, definiu-se como meta da ação, a deficiência visual.

 

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TCM 01 – Eleltro Guitarrada

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Este trabalho, desenvolvido em parceria com Michelle Maia e Alessandro Machado, propõe 4 soluções gráficas baseadas em públicos distintos, mas dentro de um mesmo conceito central.  Um trabalho de flexibilização d aplicação que explora os signos presentes em cada um dos contextos. Nele há ainda um estudo tipográfico baseado na pesquisa de tipos realizada por Fernanda Martins sobre as embarcações na Amazônia.

 

O projeto foi baseado no seguinte briefing:

 

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Existência Virtual

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A primeira vez em que montei uma página pessoal, ainda nos primórdios da internet, foi uma experiência interessante, apesar dos parcos recursos disponíveis à época. Ela já continha um esboço de portfólio e algumas brincadeiras, entre textos e montagens de fotos concebidos por pura malandragem. Acabou se perdendo no tempo por falta de uso e manutenção. Uma das coisas que mais me fascinavam eram os contadores de acesso. Eu e meus amigos ficávamos inventando meios de fazer com que o número de visitas aumentasse o máximo possível. Ainda não estávamos atentos ao tipo de visitantes que atraíamos. O que interessava eram apenas os números absolutos. Valia tudo, então. Cadastrar a home page em sites de busca com palavras relacionadas a sexo davam um bom ibope (o AltaVista era o top de linha da época e o Google nem boato era ainda). Um dos meus colegas chegou, inclusive, a criar links escondidos na página de abertura que levavam os felizardos descobridores a imensos acervos de fotos que vocês bem podem imaginar como eram. Até hoje, desconheço alguém que tivesse uma coletânea maior que a dele. Um belo dia, o site dele foi parar num grupo de debate na Finlândia e o contador da página disparou. Foram tantos acessos que o site saiu do ar com uma sobrecarga do provedor. Acabou chamando muito a atenção e, depois deste pico súbito de popularidade, a página deste nosso amigo teve que sumir do mapa sem deixar rastros (mas o acervo ainda existe que eu sei – e continua crescendo).

 

De lá pra cá, sempre valorizei muito a representação virtual e todos os estúdios e agências de que fui sócio tiveram uma página na internet. Meu primeiro escritório tinha como objetivo maior a criação de websites, inclusive. Só que eu acreditava mais no negócio que meu sócio, que acabou optando por dedicar-se exclusivamente à programação de sistemas. Sempre recomendei aos meus clientes que tivessem um bom sítio e continuei fazendo o planejamento gráfico de conteúdo e navegação, mas desisti há muito tempo de fazer a programação. Afinal,esta era uma praia que exigia muita dedicação para ser viável economicamente e minha paixão sempre foi o design. Não dava pé virar programador. Lembro do “seu” Bruno dizendo certa vez: “seu” Jota, não importa o quanto se estude e se especialize em programação pra web, vai sempre ter aquela vez em que um moleque adolescente vai saber alguma coisa que você que é técnico em informática, graduado em ciências da computação e engenharia, não sabe.

 

A tarefa de preparar material de portfólio para manter um site pessoal e as trabalhosas atualizações de programação acabavam por me desanimar na hora de ressuscitar o meu espaço virtual. Cheguei a montar um perfil no Orkut por pressão dos amigos, mas nunca me interessei muito por aquilo. Agora, aproveitando a deixa da minha monografia e trabalho de conclusão do curso de publicidade, resolvi realizar todo o meu projeto ao redor de um site autoral, o meu site autoral.

 

A proposta de adotar o formato de blog e aproveitar módulos pré-existentes na internet foi para tornar a usabilidade mais fácil e ágil, uma vez que os internautas já estão habituados com eles. Outra vantagem foi a de poder me concentrar na produção de conteúdo e atualizá-lo a partir de qualquer computador, através dos recursos disponibilizados pela própria internet. Assim sendo, criei este espaço pra falar de design, propaganda, artes, culinária, viagens, fotografia e tantos outros assuntos que são do meu interesse e, acredito, sejam do de vocês também. E o melhor de tudo é que estes posts são dinâmicos e interativos! Dessa forma, vocês também podem participar enviando comentários e enriquecendo os assuntos.

 

É um prazer dividir este espaço com vocês.

 

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ilustrações feitas para um daqueles primeiros sites