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ATEBEMG e o Dia Nacional do Teatro de Bonecos

uma das diversas apresentações promovidas pela ATEBEMG

Tive a satisfação de ser convidado para fazer a cobertura fotográfica da comemoração em homenagem ao Dia Nacional do Teatro de Bonecos.

Ela aconteceu neste ultimo domingo, 25 de abril de 2010 – no Parque Municipal em Belo Horizonte / MG. O evento realizado pela ATEBEMG – Associação de Teatro de Bonecos do Estado de Minas Gerais foi gratuito e contou com a participação de diversos grupos de “bonequeiros” e também com grande público.

Crianças e adultos se igualaram em encanto envolvidos por esta arte que reúne interpretação e modelagem em espetáculos tão criativos quanto imprevisíveis.

Este evento foi parte do Projeto Bonecos e Bonequeiros na Estrada, e só foi possível graças a Lei Estadual de Incentivo á Cultura de Minas Gerais e ao patrocínio da ArcelorMittal Brasil. Além disso, a comemoração contou ainda com as participações mais que especiais do Grupo de Percussão da Escola Helena Pieruccetti – cujas crianças participam da ONG Undió – que alegraram e acompanharam com seus tambores o desfile de bonecões. Todos aqueles que participam e apoiam a cultura merecem ser prestigiados e citados. Caso eu esteja me esquecendo de alguém, foi não saber, mas por favor sinta-se aqui incluído e se quiser fica aberto espaço de comentários para a sua participação aqui no final desta matéria. É só clicar e deixar o seu depoimento ou opinião que o texto será publicado.

Clique aqui para ver o álbum de fotos: ATEBEMG – Dia Nacional do Teatro de Bonecos – 25 abril 2010
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Roteiro de viagem: Caraíva / BA

Caraíva está situada no extremo sul da Bahia, na ponta da reserva de Monte Pascoal e a cerca de 30km de estrada de terra a partir de Trancoso. O lugarejo é relativamente isolado e todos os meios de acesso são de terra, a não ser que esteja considerando helicóptero ou barco para chegar lá. Carros não entram na cidade e os diversos estacionamentos à beira da travessia do rio cobram R$5 pela diária. A travessia é feita em pequenas canoas (R$ 2,50 por pessoa) e uma vez do outro lado as ruas são todas de areia e a opção de transporte de pessoas ou bagagem são as carroças. A vila é pequena e dá pra ir a pé a qualquer lugar. Uma dica importante é se programar pra chegar lá ainda com bastante luz do dia, especialmente se for a sua primeira vez. Malas com rodinhas são inúteis, então o melhor é contar com um mochilão mesmo.

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CATAS ALTAS / MG – Festa do Vinho de Jabuticaba – Estrada Real parte II

Anoitecer em Catas Altas / MG

A partir de BH, Catas Altas está a aproximadamente 120 km. Há pelo menos 3 caminhos para se escolher. O primeiro, em mais obvio, indo pela 381 / 262, direção a Itabira – João Monlevade – Espírito Santo. É o caminho direto, mas a estrada é cheia de curvas perigosas, trânsito pesado e muitos acidentes. Outro é indo por Ouro Preto – Mariana. Igualmente cheio de curvas, porém com o trafego um pouco mais leve e com a vantagem de perpassar estas cidades históricas e somá-las aos lugares visitados na Estrada Real. Ele tem uns 40 km a mais, só que parece bem agradável. A terceira opção (a que eu escolhi) passa por Sabará, Caeté e Barão de Cocais. São cento e poucos km seguindo por estradas estreitas zigzagueando pelas montanhas, sem acostamento e com uns 30 km de estrada de terra no final. Muito agradável e pitoresco.

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ESTRADA REAL PARTE I – CARRANCAS / MG

mosaico roteiro carrancas

Para ver o álbum de fotos com outras imagens deste roteiro,
clique nos links:

Álbum de fotos:

Estrada Real Parte I – Carrancas

&

Outras fotos do roteiro: Congonhas, SJD’Rei e Tiradentes

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 . mapa bh - carrancas mg - alefilizzola Clique aqui para ver no Google Maps este mapa em detalhes. .

Partindo de Belo Horizonte, são aproximadamente 250 km indo pela BR 040 e passando por São João Del Rei (SJDR). O asfalto é bom na maior parte do caminho, exigindo muita atenção apenas nos 30 km entre SJDR e Itutinga, pois está repleto de crateras muito profundas e que chegam a atravessar toda a pista. No mais, está tranqüilo. Na volta, resolvemos evitar a “buraqueira” e conhecer um novo percurso que tem praticamente a mesma distância. Desviamos rumo a Nazareno, Bom Sucesso e pegamos a 381 seguindo até BH. Há também um caminho alternativo, seguindo pela Fernão Dias e passando por Lavras. Esse eu não vi como está, mas me disseram que o trecho entre Lavras e Itutinga está tão ruim como o entre SJDR e Itutinga.

Eu preferi sair de BH pela BR040, pois o objetivo era muito maior do que simplesmente chegar a Carrancas, era ir curtindo o caminho também. Sendo assim, saímos com o dia raiando de BH e só fomos chegar à pousada já no fim do dia.

Parodiando um pouco uma frase que recebi estes dias num e-mail enviado por uma amiga e atribuída a Chamalú, um índio quéchua:

Declaro-me vivo! A chegada não importa, o caminho e a meta são a mesma coisa. Não precisamos correr para lugar algum, apenas rodar cada quilômetro com plena consciência.

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TCM 04 – Olhando Belém (jun 2008)

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Sobre a concepção deste trabalho

 

A capital paraense apresenta uma característica peculiar e em contra-senso com o que ocorre na maioria das cidades banhadas pelo mar — no caso de Belém, um “rio-mar”, as águas da Baia do Guajará — e com exuberantes recursos naturais: ela cresceu “de costas” para eles.

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