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Tabuleiro, Milho Verde, São Gonçalo do Rio das Pedras

Festival gastronômico de São Gonçalo do Rio das Pedras e alguns dos caminhos da Estrada Real pela Serra do Cipó em Minas Gerais.
Roteiro de Viagem: Trilha da Branca Fôrra – Estrada Real .

Cachoeira do Tabuleiro, a 3ª maior do Brasil, com 273m de queda livre. Tabuleiro, distrito de Conceição do Mato Dentro/MG

No final de semana entre 17 a 20 de maio de 2012, teve um roteiro muito bacana lá na Serra do Cipó entre Tabuleiro, Milho Verde e São Gonçalo do Rio das Pedras. Caminhos da melhor qualidade pelas bandas da Estrada Real. Foram 3 dias de passeio, 3 diferentes hospedagens, 4 cachoeiras, 2 boas caminhadas de algumas horas cada, um campo rupestre com inusitadas formações rochosas, comida caseira e um festival de tira-gosto. Pouco mais de 550 km rodados no total.

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Estrada Real parte VI – Cabeça de Boi

Neste último fim de semana, 5 e 6 de fevereiro de 2011, estive em Santana do Rio Preto, mais conhecida como “Cabeça de Boi” {S19 24.098 W43 23.603}, pertencente ao município de Itambé do Mato Dentro / MG O lugarejo fica a +- 120km de Belo Horizonte, dependendo do caminho que você vai pegar, e está às margens da Serra do Cipó e da Estrada Real, próximo à Itabira. Para os que não são muito afeitos a poeira, o asfalto vai até um pouco depois de Itabira, mas um trecho de uns 30km de terra é inevitável.

No meu caso, essa viagem já era um projeto antigo e que ficou pela metade do caminho no Natal passado. O plano era seguir pelo interior passando por trilhas desde Sete Lagoas até lá, só que acabei rasgando dois pneus pouco antes de Taquaraçú de Minas, o que me obrigou a abortar o restante da trilha.

O Google Mapas ainda não tem mapeado estas bandas, nele o ponto mais próximo é Itambé do Mato Dentro, porém as trilhas estão disponíveis tanto no Mapão da 4rodas, quanto nos mapas do GPS (citynavegator e tracksource). Acordei no sábado da partida já meio tarde, ainda sentindo um pouco os efeitos da noite Sérvia que rolou na sexta feira, e segui pela BR381 pra recuperar o atraso. Retomei a terra e trilhas a partir do trevo de Bom Jesus do Amparo, passando por Ipoema e Senhora do Carmo, sempre que possível por trilhas alternativas cortando a serra até finalmente chegar à Cabeça de Boi no fim da tarde.

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ESTRADA REAL PARTE V – Tudo é Jazz em Ouro Preto

Estrada Real Parte V - Ouro Preto / MG
Estrada Real Parte V – Ouro Preto
vista-cartão postal do centro de ouro preto
vista de um dos cartões postais de Ouro Preto

No fim de semana entre os dias 18 e 20 de setembro de 2009, ocorreu em Ouro Preto/MG a 8º edição do festival Tudo é Jazz, contando com a participação de grandes artistas nacionais e internacionais. Ouro Preto fica a + ou – 100km de BH e a estrada repleta de curvas pelas montanhas está com o asfalto em bom estado. Acostamento é coisa rara, mas é uma ótima oportunidade pra ir tranqüilo curtindo a vista, o clima e as cidadezinhas do interior mineiro que vão se sucedendo pelo caminho.

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ESTRADA REAL PARTE IV – Candombe no Povo do Açude (Cardeal Mota – Serra do Cipó)

  

Neste segundo sábado do mês de Setembro, fui pra Serra do Cipó ver o Candombe de Dona Mercês que ficou famoso através da tietagem de famosos como Milton Nascimento, Maurício Tizumba, Mariana Machado, Skank e tantos outros. Cardeal Mota fica ao pé da Serra do Curral, a cerca de 120km de Belo Horizonte com asfalto em bom estado, embora estreito, cheio de curvas e quase sempre sem acostamento. Fora o clima bucólico deste lugarejo que concentra mais de 70 pousadas, restaurantes e lojinhas, ali no entorno também estão algumas das principais cachoeiras da Serra, como a Cachoeira Grande, O Véu da Noiva e o Cornélio/Serra Morena.

 

Clique aqui para ver e ouvir um pouquinho do Candombe que aconteceu pela madrugada

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CATAS ALTAS / MG – Festa do Vinho de Jabuticaba – Estrada Real parte II

Anoitecer em Catas Altas / MG

A partir de BH, Catas Altas está a aproximadamente 120 km. Há pelo menos 3 caminhos para se escolher. O primeiro, em mais obvio, indo pela 381 / 262, direção a Itabira – João Monlevade – Espírito Santo. É o caminho direto, mas a estrada é cheia de curvas perigosas, trânsito pesado e muitos acidentes. Outro é indo por Ouro Preto – Mariana. Igualmente cheio de curvas, porém com o trafego um pouco mais leve e com a vantagem de perpassar estas cidades históricas e somá-las aos lugares visitados na Estrada Real. Ele tem uns 40 km a mais, só que parece bem agradável. A terceira opção (a que eu escolhi) passa por Sabará, Caeté e Barão de Cocais. São cento e poucos km seguindo por estradas estreitas zigzagueando pelas montanhas, sem acostamento e com uns 30 km de estrada de terra no final. Muito agradável e pitoresco.

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ESTRADA REAL PARTE I – CARRANCAS / MG

mosaico roteiro carrancas

Para ver o álbum de fotos com outras imagens deste roteiro,
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Álbum de fotos:

Estrada Real Parte I – Carrancas

&

Outras fotos do roteiro: Congonhas, SJD’Rei e Tiradentes

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 . mapa bh - carrancas mg - alefilizzola Clique aqui para ver no Google Maps este mapa em detalhes. .

Partindo de Belo Horizonte, são aproximadamente 250 km indo pela BR 040 e passando por São João Del Rei (SJDR). O asfalto é bom na maior parte do caminho, exigindo muita atenção apenas nos 30 km entre SJDR e Itutinga, pois está repleto de crateras muito profundas e que chegam a atravessar toda a pista. No mais, está tranqüilo. Na volta, resolvemos evitar a “buraqueira” e conhecer um novo percurso que tem praticamente a mesma distância. Desviamos rumo a Nazareno, Bom Sucesso e pegamos a 381 seguindo até BH. Há também um caminho alternativo, seguindo pela Fernão Dias e passando por Lavras. Esse eu não vi como está, mas me disseram que o trecho entre Lavras e Itutinga está tão ruim como o entre SJDR e Itutinga.

Eu preferi sair de BH pela BR040, pois o objetivo era muito maior do que simplesmente chegar a Carrancas, era ir curtindo o caminho também. Sendo assim, saímos com o dia raiando de BH e só fomos chegar à pousada já no fim do dia.

Parodiando um pouco uma frase que recebi estes dias num e-mail enviado por uma amiga e atribuída a Chamalú, um índio quéchua:

Declaro-me vivo! A chegada não importa, o caminho e a meta são a mesma coisa. Não precisamos correr para lugar algum, apenas rodar cada quilômetro com plena consciência.

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