caminhos: Caraíva – idas e vindas

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Caraíva 12out2011

Caraíva tem sido um destino certo e recorrente na minha vida durante os últimos 12 anos. Nesse tempo muita coisa se passou e, a cada novo encontro, uma história nova pra contar.

A última vez foi agora durante a semana do feriado do 12 de outubro. Na verdade esta era pra ter sido uma viagem ao Jalapão, que acabou por ser remanejada e revista, transmutada em extremo sul da Bahia. O Jalapão também acabou acontecendo, antecipado e com outros personagens, mas essa é uma história pra outra matéria. Nesta aqui vamos contar daquele pedacinho de areia, rio e mar que fica lá entre o Corumbau e o Espelho, e que o Norival ajuda aqui a contar (e talvez o Consta – que foi convidado, mas não respondeu), mesclando impressões e outros novos olhares de quem lá chega pela primeira vez.

Experimentamos também outras duas opções de estrada:

A primeira foi cruzando pela Serra do Cipó na ida. Partindo de BH por Lagoa Santa, atravessando a Serra do Cipó, passando por Conceição do Mato Dentro pra, de lá, pegar um desvio de terra até Senhora do Porto, logo acima de Itabira. De lá continuamos seguindo por Guanhães, Santa Maria do Suassuí, outro trecho de terra entre Água Boa e Poté, depois asfalto até Teófio Otoni. A partir daí a estrada segue pela rota normal por Nanuque, Teixeira de Freitas, Itamarajú e entrando pela cidade de Monte Pascoal até Caraíva.

A segunda opção de caminho foi atravessando o Vale do Jequitinhonha e Diamantina na volta. Saindo de Caraíva pegamos a estrada de terra até Trancoso. De lá pra Eunápolis, um trecho de terra entre Salto da Divisa e Jacinto, Jequitinhonha, Araçuaí, outro trecho de terra à direita entre Virgem da Lapa e José Gonçalves de Minas, Leme do Prado, Diamantina, Curvelo, Sete Lagoas e, finalmente, BH.

IMPORTANTE: caso não conheça o caminho entre Monte Pascoal e Caraíva, confie nas placas pela estrada de terra! Muito cuidado com o GPS, pois muitos estão mapeando o caminho errado passando pela aldeia indígena dentro da Reserva do Parque de Monte Pascoal e chegando a cidade por dentro do areião, pelo outro lado da cidade. Além de uma volta enorme, corre-se o risco de ficar preso.

Nossa programação diária em Caraíva incluía desfrutar de uma praia quase que particular, tomar umas cervejas na barra, pastel de arraia no Boteco do Pará, cozinha gourmet e campeonato de truco no quintal. Também fomos um dia a Trancoso fazendo a travessia do Rio dos Frades e uma escala pela praia de Itaquena.

Agora este artigo segue em trabalho colaborativo… e sem hora pra acabar…

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5 opiniões sobre “caminhos: Caraíva – idas e vindas”

  1. Olá,
    Pelo que vejo você é um especialista em Caraiva.Gostaria de pedir sua opinião sobre a melhor forma de chegar a Caraiva. Estou com viagem marcada para fim de junho e pelo que vi é época de chuva. Queria alugar um carro. É uma boa opção? Abs

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    1. Oi, Rodrigo,
      final de junho é uma época mais sujeita a chuvas, sim, mas também não é certeza de tempo ruim. O mais provável é de se ter pancadas alternadas com tempo bom. Aqui no blog tem algumas outras matérias sobre Caraíva, tratando principalmente de caminhos alternativos. Vale a pena você dar uma olhada pra ajudar a se decidir pelo que prefira. Lá em Caraíva não entra carro, então alugar um não vai fazer muita diferença se a sua ideia é ficar por lá. De onde você está pretendendo partir para a viagem?
      Abraço,

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