Rota BBB Brasil 2009 – 3 capitais, 3 Bs, 3 dias e quase 3.000 km

(Belo Horizonte, Brasília e Belém pela 040 e Belém-Brasília)

 

mapa-bbb-jan2009

 (http://maps.google.com.br/maps?hl=pt-BR&tab=wl)

 

Pra quem gosta de estrada, este é um roteiro no mínimo interessante de se fazer. Dá pra cortar o Brasil quase que pela metade e percorrer boa parte do seu interior conhecendo lugares de grande beleza e peculiaridades.

 

O percurso não se mostra nem tão perigoso nem tão precário como corre a fama. Partindo de Belo Horizonte / MG, segue-se pela BR 040 até Brasília e de lá, pela BR 153 (Belém-Brasília) até Belém. Eu fiz agora em janeiro de 2009 este trecho todo em 3 dias e duas pernoites (Brasília-DF e Guaraí-TO) relativamente numa boa. Mas dava pra fazer também, forçando um pouco, em dois dias, pernoitando em Gurupi. Em julho passado, fiz estas mesmas duas pontas, só que em 4 dias e acrescentando uma capital, Palmas-TO, e dormindo em Brasília-DF, Natividade-TO e Araguaína-TO. Este último, na minha opinião, o caminho mais interessante, sem falar que, querendo gastar uns dias a mais, dá pra conhecer lugares bem interessantes, mas isso é assunto pra outro roteiro.

 

Vim dirigindo sozinho num Fiat Strada Adventure 2005, bicombustível e sem carga. O desempenho na estrada, pra minha surpresa, foi muito satisfatório, com uma estabilidade muito boa, mesmo estando muito leve. A média de consumo ficou em torno dos 9,5km/l. Com gasolina, o rendimento e a potência aumentam em torno de 20%, mas com um custo entre 30 e 40% maior, a conclusão de que cheguei é que o álcool acaba compensando.

 

Procuro sempre dirigir com a luz do dia, partindo com a alvorada, fazendo apenas lanches leves e bebendo muita água pelo caminho, parando no fim do dia, e só aí almoçando e tomando uma cerveja pra relaxar antes de dormir.

 

É bom levar um bom repertório de CDs ou MP3, pois quase não há rádios pelo caminho e, quando tem, chega-se a desejar que não as tivesse.

 

Saindo de Belo Horizonte até Sete Lagoas, são cerca de 70 km tranqüilos. A partir daí o asfalto estreita, o tráfego pesa. Pelo caminho pode-se ver os vendedores de minhocuçu e iscas, barcos de pesca a reboque. De Paraopeba até Felixlândia o asfalto é o pior possível e toda calma e atenção são exigidas do motorista. Uma vista bacana é a da represa de 3 Marias, que irá surgir do lado direito, no alto de uma subida. Prestando atenção dá pra ver, inclusive, o vertedouro d’água. Brasília é o paraíso dos radares e o pesadelo dos motoristas de fora da cidade. Os locais aceleram e reduzem a todo instante pra driblar as multas, os incautos e inadvertidos forasteiros tem que ficar atentos a todo instante aos limites de velocidade, às placas de sinalização muito discretas e quase que codificadas e achar o seu caminho numa malha viária única. O resultado é quase sempre multa em cima de multa e muito tempo perdido, perdido.

 

Sair de Brasília é um suplício semelhante. O caminho mais curto sai por Brazlândia, BR 251, BR 080, Barro Alto, BR 153, Uruaçu e segue direto até Belém. Só que nessa confusão da capital nacional, perdi o caminho e fui parar em Pirenópolis. Trecho muito agradável e bonito, com encachoeirados, fazendas e serras, só que isto me custou uns 200 km de desvio.

 

OBS.: AINDA ESTÁ SENDO EDITADO – CONTINUA NOS PRÓXIMOS DIAS

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