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	<description>design, sustentabilidade e estratégia informacional</description>
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		<title>4&#215;4 trilha solidária Belo Vale/MG</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 17:04:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alefilizzola</dc:creator>
				<category><![CDATA[03 - SUSTENTABILIDADE]]></category>
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		<description><![CDATA[. Neste último fim de semana, sábado, dia 07, nos reunimos para fazer uma trilha um pouco diferente, fizemos uma incursão solidária para ajudar às vitimas das fortes chuvas na região da Serra da Moeda, próxima a Belo Horizonte/MG, reafirmado alguns princípios humanitários e também de sustentabilidade. Ainda há previsão de muita chuva pela frente [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alefilizzola.wordpress.com&amp;blog=5645044&amp;post=1449&amp;subd=alefilizzola&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#ffffff;">.</span><br />
<a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/caminhante-7jan2012-094-copy.jpg"><img class="size-full wp-image-1450 aligncenter" title="caminhante 7jan2012 094 copy" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/caminhante-7jan2012-094-copy.jpg?w=450&#038;h=103" alt="" width="450" height="103" /></a></p>
<p>Neste último fim de semana, sábado, dia 07, nos reunimos para fazer uma trilha um pouco diferente, fizemos uma incursão solidária para ajudar às vitimas das fortes chuvas na região da Serra da Moeda, próxima a Belo Horizonte/MG, reafirmado alguns princípios humanitários e também de sustentabilidade.</p>
<p>Ainda há previsão de muita chuva pela frente e para os que querem colaborar, não é necessária grande articulação. Basta entrar em contato com a Defesa Civil ou a Cruz Vermelha e se informar sobre quais as localidades mais necessitadas e rumar pra lá. Donativos de mantimentos, água potável, roupas, produtos higiênicos, e de limpeza são bem vindos, mas não são obrigatórios. Por vezes o voluntariado já é um grande e suficiente auxílio. Chegando aos centros de assistência de cada cidade, os donativos são recebidos e reorganizados em Kits de cestas básicas e produtos de higiene e limpeza, as tarefas e roteiros são distribuídos aos voluntários conforme as premências do momento.</p>
<p><span id="more-1449"></span></p>
<p>Sobre a questão da sustentabilidade, segundo a teoria da <a href="http://alefilizzola.wordpress.com/2011/09/11/desafios-na-construcao-de-indicadores-de-sustentabilidade/">Matriz Territorial de Sustentabilidade (POETA)</a>, um dos critérios do sustentável está na organização social. Neste ponto é notória a mobilização das pessoas em torno de causas humanitárias. A coisa toda se viabiliza quase que do nada a partir do interesse, articulação e motivação do povo brasileiro. Falta-nos descobrir como engajar a todos e transportar estes mesmos princípios para o envolvimento da população em outras áreas tais como a política, as associações produtivas, associações de bairro e por aí vai. A organização social faz com que comunidades zelem por seus interesses, resolvam seus conflitos e cuidem para manutenção da qualidade de vida e a prosperidade das regiões onde estejam inseridas.</p>
<div id="attachment_1465" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-054.jpg"><img class="size-medium wp-image-1465" title="trilha solidária Belo Monte 8jan2012 054" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-054.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">estradas viraram grandes atoleiros</p></div>
<div id="attachment_1466" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-0581.jpg"><img class="size-medium wp-image-1466" title="trilha solidária Belo Monte 8jan2012 058" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-0581.jpg?w=225&#038;h=300" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">a terra das estradas transformada em lama após o recuo do Rio Paraopeba</p></div>
<p>Muitas das localidades mais afetas são parte do nosso quintal de trilhas aqui da capital. São justamente aquelas onde nos embrenhamos com certa regularidade pra espairecer do ambiente urbano. Entre elas estão Nova Lima, Rapozos, Rio Acima, Sabará, Moeda, Brumadinho. E isto sem falar da perícia em terrenos difíceis decorrente destas práticas e também do preparo dos veículos todo terreno. Daí nada mais natural do que estes mesmos jipeiros que lá freqüentam lancem mão dos seus momentos de lazer e se mobilizem para ajudar a estas comunidades nestes momentos de necessidade. A grata surpresa veio da constatação do grande número de pessoas dispostas, veículos disponibilizados e da quantidade de donativos arrecadados. Dentre os presentes destacaram-se os grupos Kriptonita, Comando da Madrugada, Família Petrillo, Bicho do Mato, Grupo Artha e Dissidentes.</p>
<div id="attachment_1455" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-079.jpg"><img class="size-medium wp-image-1455" title="trilha solidária Belo Monte 8jan2012 079" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-079.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">distribuição de cestas básicas e kits de limpeza e higiene</p></div>
<p style="text-align:left;">Nosso ponto de encontro foi no “Topo do Mundo”, lugar privilegiado no alto da Serra da Moeda ao lado da BR040 de onde a magnífica vista das montanhas não dava a idéia correta do assolamento às margens do Rio Paraopeba oculto por aquele mar de montanhas. Após a reunião de um grande número de voluntários, nos dividimos em dois comboios. Um seguiu juntamente com uma equipe de reportagem para o atendimento direto a algumas comunidades através de suas associações locais. O outro, no qual segui, rumou para Brumadinho, centro de uma das localidades mais afetadas, onde nos reuniríamos com mais alguns colegas na sede da Defesa Civil. Pelo caminho encontramos ainda outra turma de jipeiros em Aranhas e formamos uma grande coluna com mais de 30 carros até o nosso destino.</p>
<div id="attachment_1456" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-037.jpg"><img class="size-medium wp-image-1456" title="trilha solidária Belo Monte 8jan2012 037" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-037.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">igreja pelo caminho passando por Rio Manso (?)</p></div>
<p>Na Defesa Civil de Brumadinho veio a informação de já haver donativos suficientes, que as áreas afetadas já estariam devidamente atendidas e o número de voluntários e donativos continuava aumentando a todo instante. De acordo com um amigo, nessa hora ficamos todos com cara de “cachorro que caiu da mudança”, perdidos e frustrados sem saber o que fazer. Até que nos indicaram a cidade de Belo Vale que ainda se encontrava em situação bastante precária. Rumamos pra lá. Neste borbotão do voluntariado fiquei feliz de ver que ali estavam caras conhecidas e que mesmo sem combinarmos nada ali, nos encontrávamos nesta situação de boa vontade.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-050.jpg"><img class=" " title="trilha solidária Belo Monte 8jan2012 050" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-050.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">centro improvisado de arrecadação e comando da Cruz Vermelha em Belo Vale</p></div>
<p>Seguimos os cerca de 50km entre Brumadinho e Belo Vale por trilhas de terra rasgando o interior. Pelo caminho algum barro, deslizamentos de encostas e árvores caídas, mas nada que bloqueasse irremediavelmente o caminho. No centro de Belo Vale entregamos nossos donativos na escola ao lado da igreja que estava abrigando o centro de assistência da Cruz Vermelha. Lá nos abastecemos com kits de mantimentos e higiene já devidamente montados e embalados. Fomos divididos em grupos para o atendimento de diferentes áreas. Cada grupo levando um guia local para que chegássemos a todas as famílias necessitadas. Na minha chave, fui eu o responsável por encabeçar a caravana levando a nossa guia Irani.  A comunicação entre os carros era feita pelo rádio e a falta de padronização de freqüências atrapalhou um pouco. Majoritariamente estávamos modulando em 144.400 (PY) e 462.700 (canal 21/0 no talkabout).</p>
<div id="attachment_1462" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-099-copy.jpg"><img class="size-medium wp-image-1462" title="trilha solidária Belo Monte 8jan2012 099 copy" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-099-copy.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">estradas submersas</p></div>
<div id="attachment_1457" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-053.jpg"><img class="size-medium wp-image-1457 " title="trilha solidária Belo Monte 8jan2012 053" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-053.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">vias transformadas em canais</p></div>
<p>As casas às margens do rio, até o dia anterior, estavam quase que totalmente submersas e tomadas pelo barro. Na tarde daquele sábado o nível das águas já recuara bastante, o suficiente para que a pequena ponte fosse avistada, embora uma grossa camada de lama e alagamentos esparsos ainda permanecessem ilhando alguns pontos. Tivemos que rebocar alguns carros de passeio atolados que obstruíam a estrada e também um pequeno caminhão que havia se desgovernado e despencado barranco abaixo. Guinchos e cintas tiveram que ser usados. Jipes sempre andando em pares para que um pudesse prestar socorro ao outro no caso de necessidade. Fora isto, sem maiores dificuldades. São Pedro cooperou muito ao mandar apenas algumas mangas de chuva, caso contrário esta história poderia ser bem diferente.</p>
<div id="attachment_1458" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-064.jpg"><img class="size-medium wp-image-1458" title="trilha solidária Belo Monte 8jan2012 064" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-064.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">famílias isoladas pelas chuvas recebem donativos</p></div>
<p>A entrega dos donativos foi relativamente tranqüila, embora a coordenação de todos os jipes tenha ficado um pouco confusa. Valeu – e muito – presenciar a alegria daquelas pessoas ao verem que toda a movimentação era pra eles. Muitos não se davam conta e olhavam desconfiados para’quela quantidade de jipeiros andando por ali e irrompiam em sorrisos incrédulos mal disfarçados entre as mãos encabuladas que tentavam, em vão, encobri-los.</p>
<div id="attachment_1459" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-061.jpg"><img class="size-medium wp-image-1459" title="trilha solidária Belo Monte 8jan2012 061" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-061.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">animais desgarrados procuram os lugares mais altos para escapar das águas</p></div>
<p>Em meio a toda aquela água transbordada fora da caixa, não deixava de ser chocante quando nos pediam água pra beber. Coisa tão banalizada nas mentes de quem vem da cidade grande, a água potável havia se tornado raridade. Por outro lado, encantava sempre que nesta precariedade toda, muitas das famílias atendidas ainda encontravam simpatia de sobra pra nos convidar – e fazer questão – de que ficássemos pra “tomar um café”. Convite que recusávamos gentilmente sob a alegação de que ainda tínhamos muita gente pra visitar. Numa destas também acabamos sendo presenteados com uma cachaça.</p>
<div id="attachment_1460" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-095.jpg"><img class="size-medium wp-image-1460" title="trilha solidária Belo Monte 8jan2012 095" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-095.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">nível da enchente registrado na parede do quarto</p></div>
<div id="attachment_1461" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-103.jpg"><img class="size-medium wp-image-1461" title="trilha solidária Belo Monte 8jan2012 103" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-103.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">casa marcada pela inundação, apenas a cumieira do telhado ficou de fora</p></div>
<p>Um fato um pouco mais curioso a respeito do comportamento humano foi o de uma família ilhada que ficava ao lado da ponte num dos piores trechos do alagamento. A casa ficava em um pé de morro, recuada quase nada mais acima do nível da água e ali em pé estavam uma senhora já de certa idade e algumas adolescentes e crianças. A porteira estava trancada e parcialmente submersa no cento do alagado. Sinalizamos a ela e oferecemos as cestas. Ela queria que déssemos a volta com os jipes por detrás da serra pra chegar até ela por outra rota. O caminho era inviável e nos tomaria o tempo que tínhamos pra terminar de distribuir os donativos as outras famílias. Então ela quis que fôssemos a pé por dentro d’água pra levar os kits até lá. Perguntamos se não poderíamos deixar as cestas com a vizinha, por onde acabáramos de passar e havia uma trilha seca que ligava os terrenos. Nesse momento ela xingou, praguejou e disse que assim não queria, preferia passar necessidade a buscar com a vizinha. Deu de costas e já ia entrando na casa enquanto desferia mais alguns impropérios. Foi quando conseguimos argumentar com uma das adolescentes que se dispôs a abrir a porteira para que chegássemos até lá. A casa era bem desprovida e toda aquela gente certamente teria nas cestas um bom alento, ainda assim rixas e orgulhos do passado não cederam frente às adversidades naquele momento.</p>
<div id="attachment_1464" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/guinchos-7jan2012-129.jpg"><img class="size-medium wp-image-1464" title="guinchos 7jan2012 129" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/guinchos-7jan2012-129.jpg?w=300&#038;h=130" alt="" width="300" height="130" /></a><p class="wp-caption-text">3 guinchos para resgatar o caminhão caido na ribanceira</p></div>
<p>Seguramente nem tudo também são flores pro lado da galera 4&#215;4. O voluntariado sempre forma grupos heterogêneos onde um ou outro podem ter idéias equivocadas sobre as ações ou mesmo se comportarem de maneira inadequada frente às comunidades atendidas e as ações executadas. Felizmente, até onde pude presenciar, nenhum desvio mais grave aconteceu no nosso grupo e acabaram prevalecendo as intenções e atuações positivas.</p>
<p>Na volta paramos numa bica d’água já na estrada de moeda pra tirar o excesso de barro das mãos, das botas e curtir a bela vista daquele fim de tarde tão gratificante. Ali logo em frente ainda teve mais um bônus! Passamos por uma turma de jipeiros de Itabirito que estava assando uma carne no alto de um mirante de onde se avistava o infinito ondulante de um lençol formado por montanhas, além de partes de carros desmanchadas abandonadas (desovadas) ribanceira abaixo. Dali se avistava as chuvas que caiam isoladas por toda a região. Paramos para cumprimentá-los e fomos muito bem recebidos. Não poderia ser melhor!</p>
<div id="attachment_1471" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/vista-serra-da-moeda-alefilizzola-7jan2012.jpg"><img class="size-full wp-image-1471" title="vista serra da moeda - alefilizzola 7jan2012" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/vista-serra-da-moeda-alefilizzola-7jan2012.jpg?w=450&#038;h=137" alt="" width="450" height="137" /></a><p class="wp-caption-text">horizonte na Serra da Moeda</p></div>
<div id="attachment_1467" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/bica-7jan2012-151.jpg"><img class="size-medium wp-image-1467" title="bica 7jan2012 151" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/bica-7jan2012-151.jpg?w=300&#038;h=119" alt="" width="300" height="119" /></a><p class="wp-caption-text">parada na bica pra limpar o excesso de barro</p></div>
<div id="attachment_1468" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-168.jpg"><img class="size-medium wp-image-1468" title="trilha solidária Belo Monte 8jan2012 168" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-168.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">confraternização com os jipeiros de Itabirito</p></div>
<div id="attachment_1469" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-145.jpg"><img class="size-medium wp-image-1469" title="trilha solidária Belo Monte 8jan2012 145" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-145.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">&quot; atrás de montanha tem montanha&quot;</p></div>
<div id="attachment_1470" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-174.jpg"><img class="size-medium wp-image-1470" title="trilha solidária Belo Monte 8jan2012 174" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2012/01/trilha-solidc3a1ria-belo-monte-8jan2012-174.jpg?w=225&#038;h=300" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">desmanche ribanceira abaixo</p></div>
<p>Já pegando a BR040 com a noite caída, o dilúvio que se segurara arribado durante todo o dia finalmente se precipitou. Cuidado na direção até em casa e tudo bem.</p>
<p>Fotos: Zizzi Soares</p>
<p>Seleção e tratamento de imagens: alefilizzola</p>
<p>Uma matéria veiculada na mídia sobre a ação dos jipeiros:</p>
<p><a href="http://www.alterosa.com.br/html/noticia_interna,id_sessao=7&amp;id_noticia=67991/noticia_interna.shtml">http://www.alterosa.com.br/html/noticia_interna,id_sessao=7&amp;id_noticia=67991/noticia_interna.shtml</a></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Roteiro de viagem: Itabirito/MG &#8211; Pastel de Angu, Sustentabilidade e Umbigo de Bananeira</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 17:24:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alefilizzola</dc:creator>
				<category><![CDATA[03 - SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[GASTRONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[ROTEIROS DE VIAGEM]]></category>
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		<category><![CDATA[pastel de angu]]></category>
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		<description><![CDATA[. Itabirito fica a aproximadamente 50 km de BH, seguindo na direção de Ouro Preto. Faz parte da Estrada Real e conta com alguns prédios históricos e estação da ferrovia preservados. Embora o que tenha nos atraiu pra lá durante este último feriado tenham sido a gastronomia e as curiosidades de uma mercearia que tem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alefilizzola.wordpress.com&amp;blog=5645044&amp;post=1427&amp;subd=alefilizzola&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#ffffff;"><strong>.</strong></span></p>
<p><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2011/11/mercearia-paraopeba-porta-redux.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1438" title="mercearia paraopeba porta redux" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2011/11/mercearia-paraopeba-porta-redux.jpg?w=225&#038;h=300" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Itabirito fica a aproximadamente 50 km de BH, seguindo na direção de Ouro Preto. Faz parte da Estrada Real e conta com alguns prédios históricos e estação da ferrovia preservados. Embora o que tenha nos atraiu pra lá durante este último feriado tenham sido a gastronomia e as curiosidades de uma mercearia que tem de tudo um pouco. Iguarias mineiras da roça que já não se vêem com facilidade hoje em dia e uma lição de sustentabilidade.</p>
<p>A cidade preserva algumas tradições de tempos antigos e que estão se perdendo, entre elas o Pastel de Angu, o Umbigo de Bananeira e uma pequena mercearia chamada Paraopeba que, felizmente, está ficando famosa, mas preservando a característica daquelas vendas que tem de tudo um pouco, incluindo produtos artesanais da roça feitos ali mesmo pelo entorno. Dinheiro nem sempre é a moeda corrente dos negócios que acontecem lá, muita coisa é trocada na base do escambo.  Não fui com a intenção de fotografar desta vez, mas pra quem gosta desta arte, vá preparado!</p>
<p><span id="more-1427"></span></p>
<p>Dica: Caso utilize o GPS, note que no TRC não há mapa das ruas de Itabirito, mas no CityNavegator elas estão mapeadas. Não encontrei nenhum dos lugares procurados através dos Pontos de Interesse, portanto faça a busca pelos endereços.</p>
<p>Ainda na estrada, a primeira parada foi pra um lanche no Jeca Tatu, uma lanchonete a beira da estrada que reúne antiquário, museu e muita quinquilharia antiga espalhada por entre vinis e ares de fazenda. O pastel de angu é frito a todo instante. Tem os sabores mais comuns que são carne, queijo, frango com catupiry e umbigo de bananeira, embora lá também se encontrem suco de milho, pamonha, mingau de milho verde e refeições de comida caseira servida no fogão à lenha.</p>
<p>Seguindo para o centro de Itabirito, de frente pra torre da igreja fica a Mercearia Paraopeba. Ela é um daqueles lugares paradoxais que parecem maiores por dentro que por fora por causa do tanto de coisa que cabe lá. Os mais variados artigos ficam amontoados pelo balcão, piso, portas, paredes, prateleiras e teto, sobrando um pequeno corredor que é a conta de entrar e sair. Leva um bom tempo até as vistas se acostumarem e começarem a focar – e distinguir – as coisas em meio aquela profusão. Lembrou muito as barraquinhas das erveiras lá no Mercado do Ver-o-Peso em Belém do Pará, só que maior e com mais variedade de temas.</p>
<p>Assim que a gente entra na mercearia, somos logo identificados como turistas e a conversa corre fácil. O dono, muito atencioso, logo se prontifica a contar um pouco da história enquanto vai oferecendo provas de goiabada, doce de leite, alho frito temprado, cachaça&#8230; E sugerindo produtos estrategicamente desenvolvidos, e precificados, pra quem vem de fora. O grande barato é que, embora atraia gente de todo canto, os turistas disputam lugar com o pessoal da cidade, especialmente o povo mais simples, que vai fazendo compras sem tomar conhecimento do batalhão de curiosos. Na venda é possível encontrar, dentre outras coisas: goiabada, doce de leite, umbigo de bananeira, sabonete de cinzas, mandiopã (lembra disso? – é preciso ter mais de 30 pra lembrar rsrsrs), fubá de moinho d’água, café orgânico, carne de lata conservada em banha de porco, pastel de angu congelado pra levar, e por aí vai. Muita coisa caseira e ou artesanal, privilegiando o que é feito pela própria população da região.</p>
<p>Sustentabilidade, tal qual se vê na mídia hoje em dia, parece ser algo relacionado apenas à emissão de carbono e a coleta seletiva de lixo, mas isto é só uma pequena parte da verdade. Práticas sustentáveis envolvem aspectos sociais, culturais e, especialmente, transferência de renda e tecnologia para as comunidades do entorno das zonas de impacto de cada atividade. É surreal discutir o desmatamento com uma pessoa que está passando fome e brigando pra atender às necessidades básicas da sua família, quando a única fonte de renda eminente parece estar na degradação. Nestes casos, vive-se um dia de cada vez e não dá pra pensar na preservação, muito menos nas gerações futuras que ainda nem nasceram. Mas isto não sou eu que digo, não. Este é um dos princípios reconhecidos mundo afora (<a title="Link permanente: Desafios na Construção de Indicadores de Sustentabilidade" href="http://alefilizzola.wordpress.com/2011/09/11/desafios-na-construcao-de-indicadores-de-sustentabilidade/" target="_blank">Desafios na Construção de Indicadores de Sustentabilidade</a> ). De acordo com o que fazem, a Mercearia Paraopeba dá uma preciosa lição de prática sustentável ao privilegiar e contribuir com a renda dos produtores locais, ajudando a comercializar e a desenvolver a sua produção e a preservar as tradições e a cultura que vem passando de geração em geração. É um exemplo prático, sem demagogia ou utopia, de que o compromisso efetivo com a sustentabilidade está ao alcance de todos. Uma vez se garantindo um meio de sobrevivência digna, aí sim, se torna possível falar de preservação do ambiente e tantas outras questões relevantes também relevantes.</p>
<p>De lá da mercearia nosso plano era almoçar umbigo de bananeira no bar do Quincas. Depois de ficarmos perdidos pelos labirintos das ruas de Itabirito, finalmente encontramos o dito, mas pra nossa decepção, estava fechado. No posto logo em frente nos disseram que só abre a noite. Então, como não tínhamos levado outra opção de restaurante na manga, resolvemos começar o caminho de volta e paramos outra vez no Jeca Tatu e almoçamos lá mesmo.</p>
<p>Não fiz fotos do roteiro desta vez. Mas pra quem estiver interessado em saber mais, seguem os endereços e também alguns links muito interessantes sobre a Mercearia Paraopeba, o Jeca Tatu e também receitas de pastel de angu e umbigo de bananeira:</p>
<p><strong>Jeca Tatu – Museu, antiquário e lanchonete</strong><br />
Rodovia dos Inconfidentes KM 45<br />
GPS: S20 12.674 W43 50.404<br />
Altitude: 1212m<br />
Links sobre o lugar:<br />
<a href="http://www.revistaviverbrasil.com.br/impressao/materia/77/especial-ii/um-museu-diferente/" target="_blank">http://www.revistaviverbrasil.com.br/impressao/materia/77/especial-ii/um-museu-diferente/</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=-CuSQOE-IlE" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=-CuSQOE-IlE</a></p>
<p><strong><br />
Mercearia Paraopeba</strong> (aberto de 2ª a Sab. das 7 as 20h, domingos e feriados até meio dia)</p>
<p><strong><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2011/11/mercearia-paraopeba-cartc3a3o-itabirito-mg-redux.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-1439" title="mercearia paraopeba cartão - itabirito MG redux" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2011/11/mercearia-paraopeba-cartc3a3o-itabirito-mg-redux.jpg?w=150&#038;h=83" alt="" width="150" height="83" /></a><br />
</strong><br />
Rua João Pessoa 110<br />
fone: (31) 3561-2656 / 9950-2448 (Roney)<br />
GPS: S20 15.254 W43 48.103<br />
Altitude: 853m<br />
2 vídeos documentários muito bacanas sobre a mercearia:<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=aUiWgtIGJwU" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=aUiWgtIGJwU</a> (independente)</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=R6yMSogCgkg&amp;feature=related" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=R6yMSogCgkg&amp;feature=related</a><br />
(causos, fornecedores e sustentabilidade &#8211; Globo Rural)</p>
<p><strong><br />
Quincas Bar</strong> (não rolou de conferir, pois eles só abrem a noite)<br />
Rua da Prata, 78<br />
fone: (31) 3561-6945<br />
GPS: S20 15.217 W43 48.528<br />
Altitude: 858m</p>
<p><strong><br />
Receitas:</strong></p>
<p>Receita do pastel de angu de Itabirito – Globo Rural<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=OIaqgEG0-Lk&amp;feature=related" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=OIaqgEG0-Lk&amp;feature=related</a></p>
<p>Receita de umbigo de bananeira com detalhes – Sabres de Minas<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=T8fPvMjpga0&amp;feature=related" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=T8fPvMjpga0&amp;feature=related</a></p>
<p>Receita metida a besta de galinha caipira com umbigo e mandiopã – Sabres de Minas<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?NR=1&amp;v=cwvE0jhHrn4" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?NR=1&amp;v=cwvE0jhHrn4</a></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alefilizzola.wordpress.com/1427/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alefilizzola.wordpress.com/1427/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alefilizzola.wordpress.com/1427/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alefilizzola.wordpress.com/1427/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alefilizzola.wordpress.com/1427/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alefilizzola.wordpress.com/1427/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alefilizzola.wordpress.com/1427/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alefilizzola.wordpress.com/1427/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alefilizzola.wordpress.com/1427/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alefilizzola.wordpress.com/1427/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alefilizzola.wordpress.com/1427/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alefilizzola.wordpress.com/1427/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alefilizzola.wordpress.com/1427/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alefilizzola.wordpress.com/1427/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alefilizzola.wordpress.com&amp;blog=5645044&amp;post=1427&amp;subd=alefilizzola&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Roteiro de viagem: Jalapão/TO</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 11:43:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alefilizzola</dc:creator>
				<category><![CDATA[4x4]]></category>
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		<description><![CDATA[. Álbum de Fotos Jalapão 2011 O Jalapão é um daqueles redutos dos quais muita gente já ouviu falar, mas pouco se sabe a respeito. Vez por outra algum programa de TV fala dele e na memória acaba ficando um resquício de lembrança meio impreciso como aquela referência de lugar bonito, selvagem e inacessível no [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alefilizzola.wordpress.com&amp;blog=5645044&amp;post=1404&amp;subd=alefilizzola&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<table style="width:194px;">
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<td align="center" style="height:194px;background:url('//picasaweb.google.com/s/c/transparent_album_background.gif') no-repeat left;"><a href="https://picasaweb.google.com/filizzola/Jalapao2011?authuser=0&amp;authkey=Gv1sRgCIbC9o75-p2KxQE&amp;feat=embedwebsite" target="_blank"><img src="https://lh4.googleusercontent.com/-nj15Trj_Src/TyAxWQhHXqE/AAAAAAAAFMc/nN65d474XoQ/s160-c/Jalapao2011.jpg" width="160" height="160" style="margin:1px 0 0 4px;"></a></td>
</tr>
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<td style="text-align:center;font-family:arial,sans-serif;font-size:11px;"><a href="https://picasaweb.google.com/filizzola/Jalapao2011?authuser=0&amp;authkey=Gv1sRgCIbC9o75-p2KxQE&amp;feat=embedwebsite" target="_blank" style="color:#4D4D4D;font-weight:bold;text-decoration:none;">Álbum de Fotos Jalapão 2011</a></td>
</tr>
</table>
<p>O Jalapão é um daqueles redutos dos quais muita gente já ouviu falar, mas pouco se sabe a respeito. Vez por outra algum programa de TV fala dele e na memória acaba ficando um resquício de lembrança meio impreciso como aquela referência de lugar bonito, selvagem e inacessível no meio do&#8230; onde fica mesmo? As dúvidas  são compreensíveis, mesmo pesquisando na internet, as informações que encontramos sobre este lugar são relativamente poucas. Daí a conhecer alguém que foi lá e que possa compartilhar a experiência com riqueza de detalhes, mais raro ainda. No máximo, ouvi-se dizer que o amigo de um amigo esteve lá e blá, blá, blá&#8230; Mas, olha, seja como for, se você é daqueles que gosta de passeios rústicos e de conhecer melhor o que a natureza brasileira tem de especial pra oferecer, o Jalapão, mais do que um destino certo, é uma obrigação a ser cumprida em uma das suas próximas férias!</p>
<p><span id="more-1404"></span></p>
<p><strong>Onde fica e o que tem lá?</strong></p>
<p>Olhando no mapa, fica localizado no estado do Tocantins, a uns 200km à direita da capital Palmas, passando por Porto Nacional e indo em direção a tríplice divisa com o Piauí e a Bahia. As principais atrações estão concentradas ao longo do trecho de aproximadamente 170 km de estrada de terra — que se alterna entre piscinas fundas de areia muito fina e fofa, e um mar de costelas sem fim — entre as cidades de Ponte Alta do Tocantins e Mateiros.</p>
<p>O encanto do lugar, sem dúvida, é para os que gostam do ecoturismo. Se você é dos que entendem férias como hotéis confortáveis, mordomia e esforço zero, o Jalapão, ao menos pelos próximos anos, não é pra você. Entre as principais atrações estão as amplidões, o desolamento, os cânions e serras, o deserto, as dunas, as veredas, as águas cristalinas e potáveis, as cachoeiras e, opinião minha, a cereja do bolo como lugar obrigatório pra conhecer e experimentar nessa vida: o fervedouro. De bônus ainda temos a cultura e resiliência daquele povo isolado e o artesanato em capim dourado originário de lá d’aquelas bandas, que está conquistando o gosto do país e chamando a atenção do resto do mundo.</p>
<p>O nome “Jalapão” é derivado de uma planta medicinal comum da região, a Jalapa; que segundo Dona Rosa, folclórica dona de restaurante em Mateiros, nunca a viu, mas sabe que é excelente remédio purgativo. O Jalapão não chega a ser um parque inteiramente protegido, embora possua muitas áreas delimitadas e a sua baixíssima taxa de ocupação humana, que é uma das menores do Brasil, aliadas à dificuldade de acesso, garantam o seu atual estado de preservação, ao menos por enquanto.</p>
<p>O passeio oficial começa pela cidade de Ponte Alta do Tocantins, mas se você está vindo pelo caminho de Brasília, vale incluir uns dias a mais de viagem pra conhecer também Vila de São Jorge e um pouquinho da Chapada dos Veadeiros. Depois falamos mais desta escala e de algumas outras opções dos caminhos.</p>
<p>Mapas</p>
<p><a href="http://www.google.com.br/imgres?q=jalap%C3%A3o+mapa&amp;hl=pt-BR&amp;sa=X&amp;rlz=1W1SKPB_pt-PT&amp;biw=1280&amp;bih=601&amp;tbm=isch&amp;prmd=imvns&amp;tbnid=mt3vZ0f688nAiM:&amp;imgrefurl=http://www.pisa.tur.br/roteiro_mapa.php%3Fid_roteiro%3D1558&amp;docid=vzCBdoGZPAiC1M&amp;imgurl=http://www.pisa.tur.br/imagens/mapas/11_g.jpg&amp;w=600&amp;h=337&amp;ei=GO-nTt_lAonagAeh2dkM&amp;zoom=1">http://www.google.com.br/imgres?q=jalap%C3%A3o+mapa&amp;hl=pt-BR&amp;sa=X&amp;rlz=1W1SKPB_pt-PT&amp;biw=1280&amp;bih=601&amp;tbm=isch&amp;prmd=imvns&amp;tbnid=mt3vZ0f688nAiM:&amp;imgrefurl=http://www.pisa.tur.br/roteiro_mapa.php%3Fid_roteiro%3D1558&amp;docid=vzCBdoGZPAiC1M&amp;imgurl=http://www.pisa.tur.br/imagens/mapas/11_g.jpg&amp;w=600&amp;h=337&amp;ei=GO-nTt_lAonagAeh2dkM&amp;zoom=1</a></p>
<p><a href="http://www.paneladeferro.tur.br/mapa.htm">http://www.paneladeferro.tur.br/mapa.htm</a></p>
<p><strong>Recomendações e preparo</strong></p>
<p>As estradas de terra não chegam a ser trilhas muito pesadas, mas testam todos os apertos de parafusos do veículo e a resistência física e mental de quem por elas se aventurar. O calor do início de setembro, quando estive lá, devia estar na ordem dos mais de 40º e sem uma única nuvenzinha no céu. Brisa ou vento, nem pensar. Não precisa ter um 4&#215;4 todo preparado, mas uma traçãozinha é muito bem vinda. De preferência vá em mais de um veículo, pro caso de um ajudar ao outro.</p>
<p>Ar condicionado e boa vedação contra poeira são praticamente itens de sobrevivência. Se seu ar precisar de alguma manutenção as únicas oficinas que mexem com isto são em Palmas ou em Campos Belos ou em Brasília. Precisando de algum reparo, por falar nisso, o contato é o Alexandre (62) 3451-1450/9668-7400/9668-1929 e (63) 9205-7966 <a href="mailto:abelokarcamposbelos@hotmail.com">abelokarcamposbelos@hotmail.com</a>. Perguntando, é capaz de até hoje ele se lembrar do troller amarelo que passou por lá voltando do Jalapão&#8230;</p>
<p>O lugar é deserto mesmo e, dependendo da época em que for, a chance de encontrar alguém pelo caminho é praticamente nula. Rádios PX ou PY também são uma boa como item de segurança. Procure saber as freqüências usadas pela Brigada de Incêndio, Polícia Florestal e Polícia Federal de antemão. Celular fica fora de área por bons trechos. Em Ponte Alta do Tocantins só pega OI. Em Mateiros pega OI e VIVO.</p>
<p>Tenha barrinhas de ceral, biscoitos, frutas desidratadas, paçoquinha, castanhas e chocolate consigo. Também tenha muita água. Uma boa pra ter água gelada é levar as garrafas congeladas e ir bebendo na medida em que derretem. A princípio, todos os igarapés e fontes de água pelo caminho são potáveis, então sinta-se a vontade para bebê-las e reabastecer os recipientes vazios.</p>
<p>Não vacile: tenha certeza de que o motorista sabe operar os recursos da tração 4&#215;4, como desatolar e dirigir em areia pra não ficar agarrado, sem freios ou embreagem de bobeira. Ah, se tiver uma cinta também é uma boa levar pro caso de precisar rebocar ou ser rebocado. E ferramentas! Mesmo que não saiba como usar, alguém mais pode saber e te salvar do aperto. Além de um jogo de chaves básico, tenha cordas, tiras de câmara de pneu, abraçadeiras de plástico (enforca-gato), silver tape, fita isolante, alicate, canivete/faca, lanterna, pedaços de fio e arame.</p>
<p>Há postos de combustível em Ponte Alta e Mateiros, mas vá com o tanque completamente cheio por via das dúvidas. E já que estamos nos atendo às precauções, aproveite e leve um litro de óleo de motor, um frasco de fluido de freio, um desengripante tipo WD40, silicone, superbonder, cola tipo sapateiro pra borracha e couro, um marcador de calibragem de pneus, uma bomba de ar 12v (de acendedor de isqueiro) pra encher pneu, kit básico de primeiros socorros, repelente, creme hidratante, protetor solar&#8230; Como diz um amigo meu, o Rui, “toda viagem tô sempre dando um jeito de levar uma muda de roupa a menos pra ir uma ferramenta a mais no lugar”! Mais pra frente quando estiver contando os detalhes da viagem, vocês vão entender que tudo isso acaba sendo muito útil alguma hora. Ah, prenda bem o seu step e a bagagem! Conheci um guarda florestal que disse ser comum encontrar pneus e outras coisas perdidas pelo caminho.</p>
<p><strong>A melhor época e hospedagem</strong></p>
<p>Acho que nem precisa dizer pra, de preferência, ir fora da época das grandes chuvas, né?!!! Nem tanto pela lama, pois sei que ela tem os seus aficionados, mas é que as principais atrações provavelmente estarão turvas, cobertas ou inacessíveis. Mas ninguém me disse isso, não, é só uma opinião minha. Observação: a grande temporada lá é em julho. Segundo o pessoal de lá, aquilo chega a dar congestionamento de tanto jipe. Fomos em setembro, nem uma nuvem no céu; tudo deserto, só tínhamos nós e um pessoal da Naturatins &#8211; Instituto Natureza do Tocantins que estavam a trabalho. Total: umas 10 pessoas&#8230;</p>
<p>Logo na saída, pra aliviar na carga, decidimos se iríamos ou não acampar. Por uma questão de comodidade e pra aproveitar melhor o dia sem preocupações com o acampamento, acabamos optando pela hospedagem. Mas depois de conhecer o local, posso dizer com certeza de que, de uma próxima vez que voltar lá, vou com toda a tralha de acampamento! É que o tempo de deslocamento até as principais atrações consome boa parte do dia e é muito desgastante. Lá tem campings e o ideal é acampar próximo das principais atrações pra poder curti-las melhor e aproveitar o dia com calma.</p>
<p>Sendo assim, temos as seguintes sugestões:</p>
<p>Imagino que durante a temporada as cidades inteiras se convertam em pousadas, mas há poucas que realmente ficam abertas o ano inteiro e que talvez estejam preparadas para recepcionar o turista. Quanto aos campings, não espere estrutura ou restaurantes, leve tudo o que for precisar tanto de equipamentos quanto de alimentação.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><em>Ponte Alta do Tocantins</em></span></p>
<p>Pousada Verdes Águas</p>
<p>(63) 3378-1581</p>
<p><a href="mailto:arilon@ibest.com.br">arilon@ibest.com.br</a></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><em>Mateiros</em></span></p>
<p>Pousada Panela de Ferro</p>
<p>(63) 3534 1038 / 9999 7417</p>
<p><a href="http://www.paneladeferro.tur.br/">http://www.paneladeferro.tur.br</a></p>
<p><a href="mailto:mail@paneladeferro.tur.br">mail@paneladeferro.tur.br</a></p>
<p>Pousada Planalto (nova, não ficamos nela, mas pareceu bem estruturada)</p>
<p>(63) 3378-1141</p>
<p><a href="mailto:Pousadaplanalto.jalapao@ig.com.br">Pousadaplanalto.jalapao@ig.com.br</a></p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Campings</span></p>
<p>Camping da Prainha, depois da Cachoeira da Velha</p>
<p>Escala recomendada pro meio do caminho. Em julho deve ter movimento, mas fora de temporada fica deserto.</p>
<p>Camping do Vicente</p>
<p>Não fomos lá, mas parece ser bem estabelecido. Fica próximo à Cachoeira da Formiga e o fervedouro, a meio caminho da comunidade quilombola da Mumbuca e Mateiros.</p>
<p>(63) 3534-1195/9975-1918</p>
<p><a href="mailto:Vicente.alves73138@.br">Vicente.alves73138@.br</a> (endereço bizarro, mas é o que está no cartão dele)</p>
<p>GPS:   s 10’33564’   wo 46’51961’</p>
<p><strong>Atrações</strong></p>
<p><span style="color:#ff0000;">(Ainda em redação. Assim que tiver mais um tempo, vou completando a matéria)</span></p>
<p><a href="http://www.alugueldetemporadabrasil.com/destinos/Tocantins/Ponte-Alta--Jalapao-">http://www.alugueldetemporadabrasil.com/destinos/Tocantins/Ponte-Alta&#8211;Jalapao-</a></p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p><strong>Epílogo – Primeira tentativa de chegar ao Jalapão de moto</strong></p>
<p>Saímos eu e mais 3 companheiros do PDF MC em motos e com destino ao Oiapoque e Guianas. Estávamos com uma viraguinho (eu), uma dragstar (Haroldo), uma buell ulissys (Dangelo) e uma XT (Rui). Eu faria uma escala, acompanhando-os até o Jalapão/TO, e de lá voltaria.</p>
<p>Com cerca de 170km rodados a viraguinho começou a apresentar problemas de alimentação muito semelhantes a entupimentos no carburador. A primeira providencia pra não atrasar a viagem foi parar em um posto e reabastecer com um aditivo de limpeza rápida de bicos e carburadores na esperança de ser apenas algum cisco de goma ou coisa parecida. Afinal, a moto estava revisada, com carburador limpo e com tudo em dia. Demos um tempo pra ele agir, tomamos um café, e voltamos pra estrada.</p>
<p>Seguimos e durante os 70km seguinte rodamos numa boa, o entupimento parecia ter passado. Rodávamos numa média de 110-120km/h. O asfalto está bom, o trânsito estava tranqüilo e com muitas oportunidades de ultrapassagem. De repente o entupimento voltou. A moto engasgava bastante, mas não chegava a morrer. Reduzindo a velocidade a 80-90km/h por um tempo ela estabilizava e voltava ao ritmo normal pra logo em seguida engasgar outra vez. Tudo indicava pra um entupimento parcial do giclê de alta. Talvez algum cisco que volta e meia se prendia e desgarrava solto pela cuba do carburador. Encostamos depois de mais uns 120km e, com o auxilio de uma mangueirinha de aquário e uma chave de fendas, abrimos o parafuso de dreno e esgotamos a cuba na esperança de que a sujeira fosse literalmente pelo ralo.</p>
<p>Mais uns 100km e tudo de novo, novamente o engasgo. Imaginamos que poderia ser alguma mangueira de alimentação dobrando com o calor e interrompendo o fluxo da gasolina. O Rui atentou para a mangueira de saída principal do tanque que fazia uma curva meio quebrada. Voltamos pra estrada e quando a moto ameaçava gaguejar eu apertava a curva com a mão esquerda pra normalizar a passagem. Pareceu funcionar! Mas a alegria durou pouco. Depois de mais algumas dezenas de quilômetros, o problema retornava. Aí já não tínhamos mais muito que fazer, continuamos e o jeito foi administrar a velocidade e o problema até chegarmos a Brasília.</p>
<p>Em Paracatu ainda não estávamos na reserva e deixamos pra abastecer em um posto mais adiante. O único posto do trecho apareceu mais uns 30 km a frente e todas as bombas estavam interditadas. O frentista disse que estava em reforma e que só haveria outro posto em Cristalina, mas de 70 quilômetros adiante. As reservas da virago e da drag não agüentariam tanto. Então, o Dangelo com a Buell, por ser a moto mais rápida, deu meia volta pra trazer gasolina pra seguirmos viagem. Nesse meio tempo aproveitei pra fazer alguns testes com a viraguinho e troquei o TCI, por um reserva que trazia comigo, pra descartar a possibilidade de o problema estar sendo causado por ele. Foi quando aquele mesmo frentista resolve vir falar conosco e dizer que tinha gasolina pra vender fora da bomba. PQP!!!</p>
<p>Mais alguns minutos e o Dangelo retornou com dois galõezinhos de gasolina e voltamos pra estrada. Também não era o TCI. O problema persistia com as mesmas características e os colegas seguiam me escoltando pra não separar o grupo. Vez por outra dois aceleravam um pouco enquanto outro me acompanhava e assim fomos levando. Já com o sol próximo de se por a viraguinho deu um apagão geral durante uma ultrapassagem. Como a ultrapassagem era tranquila e numa descida, fui para o acostamento oposto sem susto, mas aí o problema tinha preocupado pra valer! Assim que a pista ficou livre troquei de acostamento para a mão correta e abri a moto para averiguar o problema. O Rui estava comigo enquanto o Dangelo e o Haroldo encostaram uns 10km a frente pra nos esperar. A comunicação era feita por rádios talkabout e nos surpreendemos com o alcance naquele trecho da rodovia. Ao abrir a moto o problema apareceu de cara. Felizmente não era nada mais grave, apenas o borne da bateria que havia se quebrado. Gastamos um tempoinho improvisando um conserto pra restabelecer o contato elétrico, mas correu tudo bem. Reunificamos o grupo e bola pra frente.</p>
<p>Foi um belo fim de tarde. Chegamos a Cristalina já no começo da noite. Pra BSB ainda faltavam uns 120 km e todos concordaram em não arriscar seguir a noite. Como ainda era cedo e a garganta estava seca, tanto pelo clima, quanto pela estrada e as adversidades. Pra surpresa nossa o Hotel Cata Vento que fica ao lado do posto JK em Cristalina era muito bom e em poucos instantes já estávamos instalados e tomando uma cerveja na varanda. Depois fomos comer um sanduiche na lanchonete do posto. Com os ânimos restabelecidos criamos coragem pra desmontar e fazer uma limpa geral no carburador da moto pra descartar de vez o problema. Encostamos a viraguinho debaixo de um poste de luz e começamos pacientemente o desmanche.</p>
<p>Mas parece que a bruxa estava mesmo solta. Ali parada a drag colou o pneu no chão. Furou! Pelo menos estávamos do lado do posto e lá tinha borracheiro. O grupo se dividiu em dois: eu e o Rui na limpeza do carburador, o Dangelo e o Haroldo no conserto do pneu. Pelos rádios íamos nos falando.</p>
<p><span style="color:#ff0000;">(Ainda em redação. Assim que tiver mais um tempo, vou completando a matéria)</span></p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alefilizzola.wordpress.com/1404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alefilizzola.wordpress.com/1404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alefilizzola.wordpress.com/1404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alefilizzola.wordpress.com/1404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alefilizzola.wordpress.com/1404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alefilizzola.wordpress.com/1404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alefilizzola.wordpress.com/1404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alefilizzola.wordpress.com/1404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alefilizzola.wordpress.com/1404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alefilizzola.wordpress.com/1404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alefilizzola.wordpress.com/1404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alefilizzola.wordpress.com/1404/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alefilizzola.wordpress.com/1404/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alefilizzola.wordpress.com/1404/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alefilizzola.wordpress.com&amp;blog=5645044&amp;post=1404&amp;subd=alefilizzola&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>caminhos: Caraíva &#8211; idas e vindas</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 16:40:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>norivalnezio</dc:creator>
				<category><![CDATA[ROTEIROS DE VIAGEM]]></category>
		<category><![CDATA[12 de outubro de 2011]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[caminhos alternativos]]></category>
		<category><![CDATA[Caraíva]]></category>
		<category><![CDATA[Constantino]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[Norival]]></category>

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		<description><![CDATA[. Caraíva 12out2011 Caraíva tem sido um destino certo e recorrente na minha vida durante os últimos 12 anos. Nesse tempo muita coisa se passou e, a cada novo encontro, uma história nova pra contar. A última vez foi agora durante a semana do feriado do 12 de outubro. Na verdade esta era pra ter [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alefilizzola.wordpress.com&amp;blog=5645044&amp;post=1396&amp;subd=alefilizzola&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<table style="width:194px;">
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<td align="center" style="height:194px;background:url('//picasaweb.google.com/s/c/transparent_album_background.gif') no-repeat left;"><a href="https://picasaweb.google.com/filizzola/Caraiva12out2011?authuser=0&amp;authkey=Gv1sRgCPq367-I_NuvrQE&amp;feat=embedwebsite" target="_blank"><img src="https://lh4.googleusercontent.com/-JI6eMO8jd3M/TrMYzbgwwkE/AAAAAAAAEjA/gXOKQaMUUvw/s160-c/Caraiva12out2011.jpg" width="160" height="160" style="margin:1px 0 0 4px;"></a></td>
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<p>Caraíva tem sido um destino certo e recorrente na minha vida durante os últimos 12 anos. Nesse tempo muita coisa se passou e, a cada novo encontro, uma história nova pra contar.</p>
<p>A última vez foi agora durante a semana do feriado do 12 de outubro. Na verdade esta era pra ter sido uma viagem ao Jalapão, que acabou por ser remanejada e revista, transmutada em extremo sul da Bahia. O Jalapão também acabou acontecendo, antecipado e com outros personagens, mas essa é uma história pra outra matéria. Nesta aqui vamos contar daquele pedacinho de areia, rio e mar que fica lá entre o Corumbau e o Espelho, e que o Norival ajuda aqui a contar (e talvez o Consta – que foi convidado, mas não respondeu), mesclando impressões e outros novos olhares de quem lá chega pela primeira vez.</p>
<p>Experimentamos também outras duas opções de estrada:</p>
<p><span id="more-1396"></span></p>
<p>A primeira foi cruzando pela Serra do Cipó na ida. Partindo de BH por Lagoa Santa, atravessando a Serra do Cipó, passando por Conceição do Mato Dentro pra, de lá, pegar um desvio de terra até Senhora do Porto, logo acima de Itabira. De lá continuamos seguindo por Guanhães, Santa Maria do Suassuí, outro trecho de terra entre Água Boa e Poté, depois asfalto até Teófio Otoni. A partir daí a estrada segue pela rota normal por Nanuque, Teixeira de Freitas, Itamarajú e entrando pela cidade de Monte Pascoal até Caraíva.</p>
<p>A segunda opção de caminho foi atravessando o Vale do Jequitinhonha e Diamantina na volta. Saindo de Caraíva pegamos a estrada de terra até Trancoso. De lá pra Eunápolis, um trecho de terra entre Salto da Divisa e Jacinto, Jequitinhonha, Araçuaí, outro trecho de terra à direita entre Virgem da Lapa e José Gonçalves de Minas, Leme do Prado, Diamantina, Curvelo, Sete Lagoas e, finalmente, BH.</p>
<p>IMPORTANTE: caso não conheça o caminho entre Monte Pascoal e Caraíva, confie nas placas pela estrada de terra! Muito cuidado com o GPS, pois muitos estão mapeando o caminho errado passando pela aldeia indígena dentro da Reserva do Parque de Monte Pascoal e chegando a cidade por dentro do areião, pelo outro lado da cidade. Além de uma volta enorme, corre-se o risco de ficar preso.</p>
<p>Nossa programação diária em Caraíva incluía desfrutar de uma praia quase que particular, tomar umas cervejas na barra, pastel de arraia no Boteco do Pará, cozinha gourmet e campeonato de truco no quintal. Também fomos um dia a Trancoso fazendo a travessia do Rio dos Frades e uma escala pela praia de Itaquena.</p>
<p>Agora este artigo segue em trabalho colaborativo&#8230; e sem hora pra acabar&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Roteiro de viagem: Peru e Bolívia</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 21:53:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardorighi</dc:creator>
				<category><![CDATA[GASTRONOMIA]]></category>
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		<description><![CDATA[. Já faz dois anos que voltamos dessa aventura e muita coisa ficou na memória. O roteiro foi sendo alterado ao sabor das greves, interrupções de estradas e ferrovias,  e alguns feriados. Viagem para quem gosta de aventura e não se abala com as adversidades. As belezas naturais encontradas foram inigualáveis, muita beleza também na [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alefilizzola.wordpress.com&amp;blog=5645044&amp;post=1384&amp;subd=alefilizzola&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p>Já faz dois anos que voltamos dessa aventura e muita coisa ficou na memória.</p>
<p>O roteiro foi sendo alterado ao sabor das greves, interrupções de estradas e ferrovias,  e alguns feriados. Viagem para quem gosta de aventura e não se abala com as adversidades. As belezas naturais encontradas foram inigualáveis, muita beleza também na arte e arquitetura dos lugares, sabores os mais variados, dos muito simples aos mais sofisticados, e muita gente fascinante pelo caminho. Alguns filhos da puta também. Muitas histórias para contar.</p>
<p><span id="more-1384"></span></p>
<p>Falando em cidades e povoados, a viagem pode ser resumida da seguinte forma: Belo Horizonte/Brasília &#8211; São Paulo &#8211; Lima &#8211; Cusco &#8211; Pisac &#8211; Urubamba &#8211; Ollantaytambo &#8211; Aguas Calientes &#8211; Machu Picchu &#8211; Poroy &#8211; La Paz &#8211; Oruro &#8211; Uyuni &#8211; Puno &#8211; Lago Titicaca &#8211; Copacabana &#8211; Arequipa &#8211; Chivay &#8211; Cañon del Colca &#8211; Nasca. A altimetria passou pelo nível do mar até os 5.000 metros de altitude.</p>
<p>A primeira surpresa, ainda no aeroporto de Guarulhos, foi encontrar no lugar do Alessandro Filizzola, o seu <em>alter ego</em>, &#8220;El Bigodon&#8221;, meu grande companheiro de viagem.</p>
<p>Tentando agrupar os assuntos por temas, conforme sugerido pelo Alessandro, vou tentar organizar o pensamento em termos de paisagens, sabores, pessoas e o extraordinário.</p>
<p>Paisagens: o grande destaque pra mim foi o Salar de Uyuni, na Bolívia, com seu deserto de sal, lagoas de flamingos e vulcões, em impressionantes 4.500 m de altitude e temperaturas extremas à noite, em torno de &#8211; 15 graus. O vale sagrado do Rio Urubamba com as ruínas de Machu Picchu também se destaca. Cusco é uma cidade muito interessante, da mesma forma que Arequipa, a cidade branca peruana, terra de Vargas Llosa, com o Cânion do Colca e os condores nas proximidades.</p>
<p>Sabores: a culinária peruana é riquíssima e o mundo já a descobriu. O Chef Gastón Acurio já é uma celebridade global e tivemos o privilégio de jantar em um de seus restaurantes, o Chicha. Além dos ceviches, muitos outros pratos, com a diversidade de ingredientes e a fusão da cultura local com a espanhola, ou como eles dizem, <em>fusion cuisine</em> desde os século XV. Há uma infinidade de espécies de milho, de muitas cores e sabores. O toque de exotismo é o costume de comer porquinho da Índia, que pra mim permanece como bicho de estimação, mas El Bigodon só deixou os ossos. Na Bolívia também há o que se notar, com destaque para a quinoa, que está chegando aos nossos pratos.</p>
<p>Pessoas: conhecemos gente do mundo todo, e até alguns brasileiros (maranhenses com saudades do Brasil, depois de longos 6 dias de viagem). Muitos estadunidenses e europeus, alguns japoneses, israelenses e australianos. Dos peruanos me chamou a atenção a falta de beleza. Do bolivianos a hostilidade em relação ao resto da humanidade. Os destaques foram muitos. Os irmãos que desceram a América de bicicleta, desde o Alasca em direção à Terra do Fogo &#8211; um deles não calçava sapatos há anos; as duas doces senhoras israelenses, nossas companheiras de Salar de Uyuni, que nos mostraram que preconceitos não devem subsistir e nos viram como os meninos que somos; a francesa da Nova Caledônia, isso mesmo, da Polinésia Francesa, que parecia ter saído de um quadro de Gauguin, e roncou e peidou mais do que os dois visigodos que vos falam. E muito mais gente maravilhosa.</p>
<p>O extraordinário: a rua das Bruxas em La Paz, assim como a Catedral, que, se não me engano, era dedicada a São Francisco de Assis; a travessia de Lago Titicaca, que fizemos obrigados pela greve geral peruana &#8211; e que nos permitiu essa experiência única de navegar pelo umbigo da terra &#8211; salve Pachamama!; a subida de Wayna Picchu em Machu Picchu, que nos exigiu esforço físico além das nossas capacidades e proporcionou uma vista impressionante do Vale Sagrado, além de dores musculares por alguns dias; As piscinas de água quente em Arequipa &#8211; as do Salar de Uyuni também devem ter sido, mas não tive coragem de tirar a roupa.</p>
<p>Essa é apenas uma visão panorâmica dessa bela viagem feita em excelente companhia, que carece de detalhamento, pormenorizando alguns causos pitorescos e contando umas mentiras para dar mais cores ao relatado.</p>
<p>Viva a América Latina!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alefilizzola.wordpress.com/1384/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alefilizzola.wordpress.com/1384/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alefilizzola.wordpress.com/1384/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alefilizzola.wordpress.com/1384/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alefilizzola.wordpress.com/1384/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alefilizzola.wordpress.com/1384/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alefilizzola.wordpress.com/1384/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alefilizzola.wordpress.com/1384/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alefilizzola.wordpress.com/1384/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alefilizzola.wordpress.com/1384/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alefilizzola.wordpress.com/1384/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alefilizzola.wordpress.com/1384/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alefilizzola.wordpress.com/1384/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alefilizzola.wordpress.com/1384/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alefilizzola.wordpress.com&amp;blog=5645044&amp;post=1384&amp;subd=alefilizzola&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Por Que Algumas Sociedades Tomam Decisões Desastrosas?</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 15:15:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alefilizzola</dc:creator>
				<category><![CDATA[03 - SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[capítulo 14]]></category>
		<category><![CDATA[Colapso]]></category>
		<category><![CDATA[Jared Diamond]]></category>
		<category><![CDATA[Por Que Algumas Sociedades Tomam Decisões Desastrosas?]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>

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		<description><![CDATA[. Download da resenha &#8220;Colapso &#8211; cap. 14 &#8211; Por Que Algumas Sociedades Tomam Decisões Desastrosas&#8221; em PDF Resenha feita sobre o original: Diamond, Jared. Colapso: como as sociedades escolhem o fracasso ou o sucesso. Editora Record. Rio de Janeiro, 2006. 3ª edição. Capítulo 14, p. 501 a 526. Consultado entre agosto e setembro de 2011. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alefilizzola.wordpress.com&amp;blog=5645044&amp;post=1366&amp;subd=alefilizzola&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#ffffff;">.</span><br />
<strong><img title="PDF ícone 2" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2010/05/pdf-icone-2.png?w=37&#038;h=37&#038;h=37" alt="" width="37" height="37" /></strong></p>
<p><strong><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2011/09/resenha-colapso-cap-14-pq-algumas-sociedades-tomam-decisc3b5es-desastrosas-alefilizzola.pdf" target="_blank">Download da resenha &#8220;Colapso &#8211; cap. 14 &#8211; Por Que Algumas Sociedades Tomam Decisões Desastrosas&#8221; em PDF</a></strong></p>
<p><strong>Resenha feita sobre o original: </strong>Diamond, Jared. Colapso: como as sociedades escolhem o fracasso ou o sucesso. Editora Record. Rio de Janeiro, 2006. 3ª edição. Capítulo 14, p. 501 a 526. Consultado entre agosto e setembro de 2011.</p>
<p>Tomar a decisão correta frente a uma ameaça de extinção parece algo fácil, se não óbvio, mas não é bem assim o que nos conta Jared Diamond, com deliciosa riqueza de exemplos de acontecimentos reais e reflexões, no décimo quarto capítulo do seu livro Colapso. A decisão desastrosa pode, dentre outras razões, ser motivada pela falta de previsão, falta de percepção, mau comportamento racional, valores equivocados, irracionalidade e soluções malsucedidas das sociedades e seus governantes. O problema vai além da incapacidade social de tomar decisões em grupo e está relacionado com o fato de que os indivíduos também tomam decisões erradas para suas vidas apoiados por estas mesmas e danosas razões.</p>
<p><span id="more-1366"></span></p>
<p>A argumentação do capítulo começa pela perplexa pergunta feita por um aluno: O que estaria passando pela cabeça do lenhador que cortou a última palmeira da Ilha de Páscoa e condenou aquela sociedade insular que dependia das árvores? Surpreendentemente não há uma resposta fácil para esta situação aparentemente estúpida, levando a outro questionamento: com que freqüência pessoas e sociedades tomam decisões desastrosas e com que grau de intenção e consciência das conseqüências de seus atos?</p>
<p>No intento de lançar alguma luz sobre estas questões, o autor agrupa argumentos e exemplos diversos em quatro categorias: um grupo pode não ser capaz de prever um problema antes que ele surja de fato; quando o problema surge, o grupo pode não conseguir identificá-lo; após percebê-lo, pode nem mesmo tentar resolvê-lo; ou pode tentar resolver o problema e não ser bem-sucedido. Destaca ainda que do outro lado da moeda há algo mais encorajador, a tomada de decisão bem sucedida. E conclui com certo otimismo: “Talvez, se compreen­dermos as razões por que os grupos freqüentemente tomam decisões er­radas, possamos usar este conhecimento como guia para tomar decisões acertadas” (p. 503)</p>
<p>Resolução de conflitos, liberdade de debates, memória e entendimento da própria história, coesão social, percepção lúcida e correta da realidade e dos acontecimentos, identificação de mudanças e desapego de valores sem sentido, vivência local, familiaridade com o território e sua cultura, compartilhamento de riscos e benefícios entre todos os extratos sociais, estabelecimento de interesses comuns, políticas públicas participativas e capacidade de ação com a energia e o tempo adequados, dentre outros, são princípios apontados como influenciadores positivos no caminho de indivíduos, organizações e sociedades bem sucedidos. “Talvez o segredo do sucesso ou fracasso de uma sociedade esteja em saber a quais valores fundamentais se apegar, e quais descartar e substituir por novos quando os tempos mudarem.” (p. 518)</p>
<p>“Na verdade, embora as condições ambientais certamente tor­nem mais difícil a manutenção de sociedades humanas em alguns ambien­tes do que em outros, isso ainda deixa muito espaço de manobra para que uma sociedade se salve ou se condene através de suas ações.”</p>
<p>“(&#8230;) A resposta a esta pergunta depende em parte das idiossincrasias de indivíduos em particu­lar, o que dificulta a previsão. Mas ainda espero que uma melhor com­preensão das causas potenciais de fracasso discutidas neste capítulo possa ajudar os planejadores a ficarem atentos a tais causas, e evitá-las.”</p>
<p>“Devemos admirar não apenas os líderes corajosos, como também os povos corajosos (&#8230;) que decidiram quais de seus valores fundamentais mereciam ser mantidos e quais não faziam mais sentido.”</p>
<p style="text-align:right;"><em>(Diamond,2006. Colapso, 3ª Ed.,p. 524 e 526)</em></p>
<p><span style="color:#ffffff;"> .</span><br />
A leitura do capitulo 14 de Colapso – Por Que Algumas Sociedades Tomam Decisões Desastrosas? – mostra-se bastante agradável por seus exemplos e estilo de redação, mas ao mesmo tempo chocante ao expor a nossa própria cegueira emocional, racional e prática para lidar com nossos desafios e decisões de maneira adequada. Recomendo a leitura a todos os interessados na questão do desenvolvimento sustentável, seja para o meio ambiente ou para suas próprias vidas.</p>
<p><span style="color:#ffffff;"> .</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alefilizzola.wordpress.com/1366/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alefilizzola.wordpress.com/1366/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alefilizzola.wordpress.com/1366/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alefilizzola.wordpress.com/1366/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alefilizzola.wordpress.com/1366/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alefilizzola.wordpress.com/1366/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alefilizzola.wordpress.com/1366/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alefilizzola.wordpress.com/1366/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alefilizzola.wordpress.com/1366/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alefilizzola.wordpress.com/1366/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alefilizzola.wordpress.com/1366/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alefilizzola.wordpress.com/1366/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alefilizzola.wordpress.com/1366/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alefilizzola.wordpress.com/1366/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alefilizzola.wordpress.com&amp;blog=5645044&amp;post=1366&amp;subd=alefilizzola&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Desafios na Construção de Indicadores de Sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 14:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alefilizzola</dc:creator>
				<category><![CDATA[03 - SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[Desafios na Construção de Indicadores de Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Pereira Guimarães e Susana Arcangela Quacchia Feichas]]></category>

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		<description><![CDATA[. download da resenha Os Desafios na Construção de Indicadores de Sustentabilidade em PDF Resenha feita a partir do original: Guimarães, Roberto P. e Feichas, Susana A. Q.. Desafios na Construção de Indicadores de Sustentabilidade. Artigo. Ambiente e Sociedade. Campinas, jul.-dez. 2009. Artigo consultado entre agosto e setembro de 2011 e disponível em: http://www.scielo.br/pdf/asoc/v12n2/a07v12n2.pdf A operacionalização [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alefilizzola.wordpress.com&amp;blog=5645044&amp;post=1355&amp;subd=alefilizzola&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#ffffff;"><strong>.<br />
</strong></span><strong><img title="PDF ícone 2" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2010/05/pdf-icone-2.png?w=37&#038;h=37&#038;h=37" alt="" width="37" height="37" /></strong></p>
<p><strong><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2011/09/resenha-os-desafios-na-construc3a7c3a3o-de-indicadores-de-sustentabilidade-alefilizzola1.pdf" target="_blank">download da resenha Os Desafios na Construção de Indicadores de Sustentabilidade em PDF</a></strong></p>
<p><strong>Resenha feita a partir do original:</strong> Guimarães, Roberto P. e Feichas, Susana A. Q.. Desafios na Construção de Indicadores de Sustentabilidade. Artigo. Ambiente e Sociedade. Campinas, jul.-dez. 2009. Artigo consultado entre agosto e setembro de 2011 e disponível em: <a href="http://www.scielo.br/pdf/asoc/v12n2/a07v12n2.pdf" target="_blank">http://www.scielo.br/pdf/asoc/v12n2/a07v12n2.pdf</a></p>
<p>A operacionalização de conceitos relacionados à sustentabilidade, tais como os que se referem a mudanças de comportamento na forma como os seres humanos se relacionam com o meio ambiente, bem como no modo de formular, implementar e avaliar políticas públicas de desenvolvimento (Rio-92), exige o uso de indicadores que auxiliarão na gestão dos desafios propostos e das mudanças a serem realizadas, atuando como uma bússola a nortear e corrigir o caminho rumo ao futuro desejado. Para tanto, os autores neste artigo selecionaram e analisaram os principais aspectos do que consideraram ser os cinco índices mais relevantes: IDH, IBES-IPG, Pegada Ecológica, IDS-IBGE, Matriz Territorial de Sustentabilidade. Assim como das implicações da escolha, utilização e objetivos da adoção de indicadores de sustentabilidade.</p>
<p><span id="more-1355"></span></p>
<p>Além da análise das principais características, benefícios e desvantagem de cada índice, o texto também apresenta informações que auxiliam o leitor no entendimento da razão dos indicadores e do contexto do desenvolvimento sustentável ao apresentar reflexões sobre os limites biofísicos do planeta, a deterioração dos tecidos sociais, das mudanças necessárias no comportamento individual e coletivo, dos processos decisórios e das políticas públicas; sempre permeando um pouco da história relacionada através de eventos marcantes e das conferências internacionais como a de Estocolmo (1972) que chamou a atenção do mundo para os impactos negativos do desenvolvimento e para outras faces desta questão, para além da dimensão econômica; e a Rio-92 que amadurece princípios e ações com sua Agenda 21 e que, segundo (WCED, 1987, p.9, apud Guimarães e Feichas)<a title="" href="http://alefilizzola.wordpress.com/wp-admin/post-new.php#_ftn1">[1]</a> poderia ser resumida a seguinte sentença: “atender às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazer suas próprias necessidades”</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3" valign="top" width="573"><strong>Síntese comparativa das propostas de indicadores analisadas<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span></strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="149"><em>Indicadores analisados<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span></em><em> </em></td>
<td valign="top" width="233"><em>Aspectos relevantes</em><em> </em></td>
<td valign="top" width="191"><em>Limitações</em><em> </em></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="149"><strong>IDH</strong> </td>
<td valign="top" width="233">Avança sobre a forma de medir o crescimento, agregando variáveis sociais.Referencia mundial de fácil comunicação.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span></td>
<td valign="top" width="191">Não mede desigualdades nem aspectos qualitativos relativos à dimensão social </td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="149"><strong>IBES-IPG</strong> </td>
<td valign="top" width="233">Incorpora dimensões antes não medidas como serviços fora do mercado, gastos defensivos e não defensivos.Revela a disparidade entre crescimento e desenvolvimento.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span></td>
<td valign="top" width="191">Complexidade do seu desmembramento e entendimento. </td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="149"><strong>Pegada Ecológica (Ecological Footprint Method)</strong></td>
<td valign="top" width="233">Relaciona área ecológica<br />
ao consumo.Possibilita a conscientização.<br />
<span style="color:#ffffff;">.<br />
.</span></td>
<td valign="top" width="191">Complexidade do seu cálculo para tomada de decisão. </td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="149"><strong>IDS – IBGE</strong> </td>
<td valign="top" width="233">Incorpora múltiplas dimensões.Constitui-se um banco de dados.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span></td>
<td valign="top" width="191">Complexidade dos indicadores </td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="149"><strong>Matriz Territorial de Sustentabilidade (POETA)</strong> </td>
<td valign="top" width="233">Permite a participação da sociedade.Alia desenvolvimento territorial e desenvolvimento sustentável.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span></td>
<td valign="top" width="191">Comparabilidade entre localidades diferentes. </td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" valign="top" width="573">Fonte: Guimarães e Freichas, 2009, Quadro 2.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span><br />
O texto destaca ainda, para a sustentabilidade, o estreito vínculo entre o desenvolvimento econômico e humano e que não existe indicador perfeito ou universal. Para cada realidade, os aspectos aferidos deverão ser adaptados conforme a necessidade e com a participação dos atores envolvidos, tendo sempre em vista qual a sua finalidade e a quais grupos chave eles deverão atingir. Porém os autores observam que o estabelecimento de um parâmetro desejável deve ser capaz de “promover mudanças de comportamento e subsidiar processos de decisão individuais e coletivos em busca do desenvolvimento sustentável”. Para que isto seja possível, deve: possibilitar a comparação num mesmo território numa escala temporal e entre diferentes territórios em escalas temporal e espacial; ter apelo e capacidade de comunicação entre os diferentes atores envolvidos; agregar numa mesma medida múltiplas dimensões; ter a participação da comunidade; relacionar as variáveis presentes. E para completar, “é importante que indicadores de sustentabilidade sejam incorporados ao cotidiano e ao planejamento das pessoas, gestores e organizações como o são os indicadores econômicos.”</p>
<p>A argumentação oferecida pelos autores é um ótimo ponto de partida para o estudo e entendimento da importância e da razão dos indicadores para o desenvolvimento sustentável. Os cinco índices avaliados fazem um filtro crítico e apontam para as potencialidades de cada um deles, auxiliando na escolha e utilização destas ferramentas.</p>
<div>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<div>
<p><a title="" href="http://alefilizzola.wordpress.com/wp-admin/post-new.php#_ftnref1">[1]</a> WORLD COMISSION ON ENVIRONMENT &amp; DEVELOPMENT – WECD. <strong>Our Common Future</strong>. Oxford: Oxford University Press, 1987.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
</div>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alefilizzola.wordpress.com/1355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alefilizzola.wordpress.com/1355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alefilizzola.wordpress.com/1355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alefilizzola.wordpress.com/1355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alefilizzola.wordpress.com/1355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alefilizzola.wordpress.com/1355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alefilizzola.wordpress.com/1355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alefilizzola.wordpress.com/1355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alefilizzola.wordpress.com/1355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alefilizzola.wordpress.com/1355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alefilizzola.wordpress.com/1355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alefilizzola.wordpress.com/1355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alefilizzola.wordpress.com/1355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alefilizzola.wordpress.com/1355/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alefilizzola.wordpress.com&amp;blog=5645044&amp;post=1355&amp;subd=alefilizzola&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Logística Reversa, Meio Ambiente e Produtividade</title>
		<link>http://alefilizzola.wordpress.com/2011/09/11/logistica-reversa-meio-ambiente-e-produtividade-resenha/</link>
		<comments>http://alefilizzola.wordpress.com/2011/09/11/logistica-reversa-meio-ambiente-e-produtividade-resenha/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 13:57:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alefilizzola</dc:creator>
				<category><![CDATA[03 - SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[Carla Fernanda Mueller]]></category>
		<category><![CDATA[Logística Reversa Meio Ambiente e Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>

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		<description><![CDATA[  download da resenha Logística Reversa Meio Ambiente e Produtividade em PDF Resenha feita sobre o original: Mueller, Carla Fernanda. Logística Reversa meio ambiente e produtividade. Estudos Realizados. Grupo de Estudos Logísticos. Universidade Federal de Santa Catarina, 2005. Artigo consultado entre agosto e setembro de 2011 e disponível em: http://www.empresaresponsavel.com/aulas/logistica_texto_meioambiente.pdf O artigo estudado trata de forma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alefilizzola.wordpress.com&amp;blog=5645044&amp;post=1342&amp;subd=alefilizzola&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong><strong><img title="PDF ícone 2" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2010/05/pdf-icone-2.png?w=37&#038;h=37&#038;h=37" alt="" width="37" height="37" /> </strong></p>
<p><strong><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2011/09/resenha-logc3adstica-reversa-meio-ambiente-e-produtividade-alefilizzola.pdf" target="_blank">download da resenha Logística Reversa Meio Ambiente e Produtividade em PDF</a></strong></p>
<p><strong>Resenha feita sobre o original:</strong> Mueller, Carla Fernanda. <em>Logística Reversa meio ambiente e produtividade. Estudos Realizados. Grupo de Estudos Logísticos. Universidade Federal de Santa Catarina</em>, 2005. Artigo consultado entre agosto e setembro de 2011 e disponível em: <a href="http://www.empresaresponsavel.com/aulas/logistica_texto_meioambiente.pdf" target="_blank">http://www.empresaresponsavel.com/aulas/logistica_texto_meioambiente.pdf</a></p>
<p>O artigo estudado trata de forma sucinta do que consiste a Logística Reversa. Das razões para praticá-la, dos principais fluxos de retorno dos produtos ao fabricante e a sua possível destinação e reaproveitamento dentro dos processos industriais e de mercado.</p>
<p><span id="more-1342"></span></p>
<p>Há uma tendência de que, cada vez mais, as empresas se responsabilizem por seus produtos mesmo depois de vendidos. Esta responsabilidade estende-se até o final do ciclo de vida dos artigos produzidos, incluindo o descarte adequado, as garantias, devoluções e o reaproveitamento e reciclagem de materiais.</p>
<p>As razões para que isto ocorra são muitas. Há a conscientização e conseqüente exigência por parte dos consumidores por praticas mais sustentáveis de produção; as exigências legais de proteção ambiental definidas pelo poder público; direitos do consumidor; a minimização de contaminações provenientes de materiais tóxicos ou perigosos; recolhimento de refugos e sobras de produção; proteção das margens de lucro; aumento de competitividade dos produtores.</p>
<p>Utiliza-se para a logística reversa praticamente a mesma estrutura empregada pela logística convencional, porém com um grau de incerteza bastante alto sobre o controle das previsões de demanda e qualidade dos artigos retornados. Há também uma carência de sistemas informatizados que integrem a logística reversa ao fluxo normal de distribuição da logística convencional, levando muitas empresas a optarem pela terceirização deste serviço.</p>
<p>O texto traz informações de fácil acesso que são dispostas de maneira bastante simples e pode ser um bom ponto de partida para os interessados nesse assunto.</p>
<p><strong>Fluxograma Logística Reversa de Pós-venda:</strong></p>
<p>(Fonte: Leite Consutorias / *Cadeia Logística de Pós-consumo, apud Mueller 2005, fig. 2)</p>
<p><strong> </strong><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2011/09/logc3adstica-reversa-graf.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1343" title="logística reversa graf" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2011/09/logc3adstica-reversa-graf.jpg?w=300&#038;h=190" alt="" width="300" height="190" /></a> </p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3" valign="top" width="414"><strong>Resumo de operações de recuperação de produtos<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span></strong></td>
<td valign="top" width="165"><strong> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="111"><strong><em>Opções de PRM</em></strong></td>
<td valign="top" width="113"><strong><em>Nível de </em><em>Desmontagem<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span></em></strong></td>
<td valign="top" width="189"><strong><em>Exigências de </em><em>Qualidade</em></strong></td>
<td valign="top" width="165"><strong><em>Produto </em><em>Resultante</em></strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="111"><strong>Reparo </strong></td>
<td valign="top" width="113">Produto</td>
<td valign="top" width="189">Restaurar o produto plenamente <br />
<span style="color:#ffffff;">.</span></td>
<td valign="top" width="165">Partes reparadas ou substituídas </td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="111"><strong>Renovação </strong></td>
<td valign="top" width="113">Módulo</td>
<td valign="top" width="189">Inspecionar e atualizar os módulos <br />
<span style="color:#ffffff;">.</span></td>
<td valign="top" width="165">Módulos reparados ou substituídos </td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="111"><strong>Remanufatura</strong></td>
<td valign="top" width="113">Parte</td>
<td valign="top" width="189">Inspecionar e atualizaras partes </td>
<td valign="top" width="165">Partes usadas em novosprodutos </td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="111"><strong>Canibalização </strong></td>
<td valign="top" width="113">Recuperação Seletiva de partes </td>
<td valign="top" width="189">Depende do uso emoutras opções de PRM (Product RecoveryManagement) </td>
<td valign="top" width="165">Partes reutilizadas ou descartadas para reciclagem </td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="111"><strong>Reciclagem </strong></td>
<td valign="top" width="113">Material</td>
<td valign="top" width="189">Depende do uso em remanufatura </td>
<td valign="top" width="165">Materiais para novos produtos </td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" valign="top" width="414">Fonte: Mueller, 2005, Tabela 1. </td>
<td valign="top" width="165"> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alefilizzola.wordpress.com/1342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alefilizzola.wordpress.com/1342/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alefilizzola.wordpress.com/1342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alefilizzola.wordpress.com/1342/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alefilizzola.wordpress.com/1342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alefilizzola.wordpress.com/1342/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alefilizzola.wordpress.com/1342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alefilizzola.wordpress.com/1342/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alefilizzola.wordpress.com/1342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alefilizzola.wordpress.com/1342/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alefilizzola.wordpress.com/1342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alefilizzola.wordpress.com/1342/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alefilizzola.wordpress.com/1342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alefilizzola.wordpress.com/1342/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alefilizzola.wordpress.com&amp;blog=5645044&amp;post=1342&amp;subd=alefilizzola&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Fórum Sustentar 2011 &#8211; Resenha</title>
		<link>http://alefilizzola.wordpress.com/2011/08/26/forum-sustentar-2011-resenha/</link>
		<comments>http://alefilizzola.wordpress.com/2011/08/26/forum-sustentar-2011-resenha/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2011 12:55:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alefilizzola</dc:creator>
				<category><![CDATA[03 - SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[fórum sustentar 2011]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[. Aconteceu no Minas Centro em Belo Horizonte/MG, durante os dias de 23 a 25 de agosto, o Sustentar 2011 – 4º fórum internacional pelo desenvolvimento sustentável. O evento contava com uma extensa agenda, diversas palestras acontecendo simultaneamente e agregadas sob os temas de afinidade tais como Clima, Direito, Construção Civil, Comunicação, Sociedade, Mineração, Educação, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alefilizzola.wordpress.com&amp;blog=5645044&amp;post=1336&amp;subd=alefilizzola&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p>Aconteceu no Minas Centro em Belo Horizonte/MG, durante os dias de 23 a 25 de agosto, o Sustentar 2011 – 4º fórum internacional pelo desenvolvimento sustentável. O evento contava com uma extensa agenda, diversas palestras acontecendo simultaneamente e agregadas sob os temas de afinidade tais como Clima, Direito, Construção Civil, Comunicação, Sociedade, Mineração, Educação, Varejo, Economia Verde, das quais procurei participar do maior número possível, selecionando as palestras e palestrantes de acordo com o meu interesse em cada assunto. O evento movimentou um grande número de pessoas com perfis aparentemente variados entre interesses, idades, formações e estilos, reforçando assim a idéia de que a sustentabilidade, indo além da mídia de almanaque, realmente é um tema de interesse da sociedade.</p>
<p> <span id="more-1336"></span></p>
<p>Infelizmente, o que estas pessoas puderam comprovar foi uma impressão de desorganização geral. O atraso foi uma tônica comum do primeiro ao último dia. Equipe de monitores e coordenação do evento desinformada das atividades. Moderadores das mesas equivocados (talvez se imaginando o Roberto Justos num programa de TV). As palestras aconteceram de forma aleatória e à revelia do programa.</p>
<p>Talvez o mais grave tenha sido a postura geral dos palestrantes que, respeitadas algumas exceções, confundiram aquele palco com uma oportunidade meramente comercial para suas empresas e, ao invés de se concentrarem no tempo de que dispunham e no tema que deveriam apresentar, desvirtuavam-se em enfadonhas e intermináveis apresentações de PowerPoint sobre o portfólio, produtos e serviços de suas organizações. Não perceberam que apenas uma explanação clara, focada e consistente ao tema proposto pelo fórum seria mais do que o suficiente para despertar a atenção para aquelas firmas e, o principal, cumprir com o objetivo daquele encontro.</p>
<p>A tônica dos conteúdos apresentados foi bastante repetitiva nas salas que tive a oportunidade de participar. Girava em torno de conceitos básicos e da história das grandes manifestações sobre o tema, como a conferência de Estocolmo em 1972, a Rio 92 e o deslumbramento auspicioso com a realização da Rio+20. Muito blá,blá,blá e poucas ações praticas ou orientações objetivas sobre a atualidade e os rumos possíveis e plausíveis. É possível que isto seja apenas um reflexo da juventude da pauta sustentável, onde muitos se preocupam mais com as definições e os discursos do que com o verdadeiro significado do que se está dizendo. Indício de que aquelas pessoas andam bebendo das mesmas fontes sem muita visão crítica ou inovadora. Uma característica marcante deste tipo de palestrante foi uma aparente arrogância e descaso para com a platéia e com os colegas. Curioso, inclusive, o comportamento recorrente de, sequer, assistir as apresentações dos outros palestrantes, nem que fosse pra saber do que andam falando. Ou ainda pior, ficavam lá no meio da platéia tricotando e falando alto como velhas comadres na sala do chá alheias ao mundo ao seu redor.</p>
<p>Mas nem tudo foi mediocridade, houve também expoentes com idéias mais contundentes e exemplos pautados na experiência característica dos que se aventuraram além dos livros e das universidades, daqueles que vivem as frustrações e desafios do mundo real. Com dizeres muitas vezes dissonantes do consenso geral e opiniões em diferentes graus de polêmica, não importam se foram a favor ou contra tendências e o coro da igreja. Foram estes que, em minha opinião, fizeram valer aqueles três dias de fórum.</p>
<p>Um dos destaques foi o Professor Roberto Guimarães, quem em sua breve apresentação atentou para o desenvolvimento da economia e da sociedade em uníssono como item fundamental – e pouco tocado – para a sustentabilidade, indo muito além da simples compensação de créditos de carbono; assim como da necessidade de metas e ações coordenadas e concretas para o estabelecimento de princípios sustentáveis que sejam firmados e seguidos pelos governos e corporações, dentre outros pontos.</p>
<p>Das considerações que ficaram sobre o fórum, acredito que ele seja um bom retrato do cenário atual da sustentabilidade como pauta de interesse. A própria postura dos palestrantes e falhas da organização talvez sejam um espelho da imaturidade do tema na sociedade como um todo. Há a noção de que aquilo é importante e a busca geral por conhecimento que norteie comportamentos e ações, porém há escassez de fontes sólidas de orientação. Como no bom exemplo dado pelo Professor William York, não basta que se coloque um cartazete em frente à máquina de Xerox na sala dos professores dizendo “recicle”, é preciso que toda a escola esteja inserida em um edifício e um contexto sustentável, de modo contrário, o discurso fica vago e inócuo.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alefilizzola.wordpress.com/1336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alefilizzola.wordpress.com/1336/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alefilizzola.wordpress.com/1336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alefilizzola.wordpress.com/1336/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alefilizzola.wordpress.com/1336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alefilizzola.wordpress.com/1336/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alefilizzola.wordpress.com/1336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alefilizzola.wordpress.com/1336/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alefilizzola.wordpress.com/1336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alefilizzola.wordpress.com/1336/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alefilizzola.wordpress.com/1336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alefilizzola.wordpress.com/1336/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alefilizzola.wordpress.com/1336/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alefilizzola.wordpress.com/1336/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alefilizzola.wordpress.com&amp;blog=5645044&amp;post=1336&amp;subd=alefilizzola&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>4&#215;4 desaparecidas &#8211; relato de trilha</title>
		<link>http://alefilizzola.wordpress.com/2011/08/11/4x4-desaparecidas-relato-de-trilha/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Aug 2011 00:34:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alefilizzola</dc:creator>
				<category><![CDATA[4x4]]></category>
		<category><![CDATA[FOTOGRAFIA]]></category>
		<category><![CDATA[Corcovas]]></category>
		<category><![CDATA[Desaparecidas]]></category>
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		<category><![CDATA[Maria do Carmo e Antena]]></category>
		<category><![CDATA[MG]]></category>
		<category><![CDATA[Morro da Arvrinha Seca]]></category>
		<category><![CDATA[Perdidas]]></category>
		<category><![CDATA[Sabará]]></category>
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		<description><![CDATA[. Sábado, dia 06 de agosto de 2011 Texto: Norival Fotos: Alessandro e Marcelo Vídeo e edição: Cirilo Trilhas: Desaparecidas, Morro da Arvrinha Seca, Perdidas, Descida do Rio, Corcovas, Maria do Carmo e Antena   Encontramos-nos no Ponto Verde por volta das 08:30: Cirilo; Glauber; Kostantino com o Alex de Zequinha; Daniel com o Marcelo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alefilizzola.wordpress.com&amp;blog=5645044&amp;post=1321&amp;subd=alefilizzola&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2011/08/4x4-desaparecidas-0002-06ago2011-alefilizzola-redux.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1322" title="4x4 desaparecidas - 0002 - 06ago2011 - alefilizzola - redux" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2011/08/4x4-desaparecidas-0002-06ago2011-alefilizzola-redux.jpg?w=300&#038;h=200" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Sábado, dia 06 de agosto de 2011</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Texto:</strong> Norival<br />
<strong>Fotos:</strong> Alessandro e Marcelo<br />
<strong>Vídeo e edição:</strong> Cirilo<br />
<strong>Trilhas:</strong> Desaparecidas, Morro da Arvrinha Seca, Perdidas, Descida do Rio, Corcovas, Maria do Carmo e Antena</p>
<p> <span id="more-1321"></span></p>
<p>Encontramos-nos no Ponto Verde por volta das 08:30:</p>
<ul>
<li>Cirilo;</li>
<li>Glauber;</li>
<li>Kostantino com o Alex de Zequinha;</li>
<li>Daniel com o Marcelo de Zequinha;</li>
<li>Eu com o Alessandro de Zeca, pois o carro dele ficou de refém nas mão do Fabil passando por um upgrade.</li>
</ul>
<p>A idéia inicial era subir Maria do Carmo, mas como tinha outros tantos colegas com a mesma intenção (o Ponto Verde tava lotado de jipeiros de todas as tribos), mudamos os planos para não congestionar a trilha.</p>
<p>Fechamos então Desaparecidas – Perdidas, descer o Rio – subir Corcovas.</p>
<p>Partimos do ponto verde e, por falta de comunicação, já me perdi do resto do grupo com o Daniel que estava me seguindo. Passamos direto da entrada para a trilha.</p>
<p><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2011/08/4x4-desaparecidas-0009-06ago2011-alefilizzola-redux.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1323" title="4x4 desaparecidas - 0009 - 06ago2011 - alefilizzola - redux" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2011/08/4x4-desaparecidas-0009-06ago2011-alefilizzola-redux.jpg?w=300&#038;h=200" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Alguns quilômetros a frente – e muitas tentativas de celular –  voltamos até encontrar o pessoal que nos esperava.</p>
<p>Na entrada da trilha, o Glauber desiste e prefere voltar.  Seu alvará era curto, pois tinha outro compromisso e preferiu não encarar a trilha conosco.</p>
<p><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2011/08/4x4-desaparecidas-0011-06ago2011-alefilizzola-redux.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1324" title="4x4 desaparecidas - 0011 - 06ago2011 - alefilizzola - redux" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2011/08/4x4-desaparecidas-0011-06ago2011-alefilizzola-redux.jpg?w=200&#038;h=300" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p>Entramos na Desaparecidas descendo, o que não é muito difícil, salvo por um trecho onde o carro escorrega tendendo ao barranco e daí o risco de quebrar vidro, e um outro onde é muito apertado beirando o barranco. Como estava tudo seco, a chance de escorregar barranco e desfiladeiro abaixo é pequena e os riscos reduzidos.</p>
<p>Saímos em direção ao morro da Arvrinha onde uns motoqueiros estavam tentando subir. O Konsta falou pra mim “se vc for eu Tb vou” e eu na hora: VAMOS!</p>
<p><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2011/08/4x4-desaparecidas-0038-06ago2011-alefilizzola-redux.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1326" title="4x4 desaparecidas - 0038 - 06ago2011 - alefilizzola - redux" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2011/08/4x4-desaparecidas-0038-06ago2011-alefilizzola-redux.jpg?w=300&#038;h=200" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Descemos até o pé do morro e daquele ponto, olhando pra cima, concluímos que é impossível com tanto cascalho, num morro tão íngreme, impulsionar 2 toneladas de jipe lá pra cima. Melhor não tentar.</p>
<p>Rumamos em direção a Perdidas. As trilhas de modo geral estão fáceis, pois não tem lugar para atolar, portanto, salvo buracos e erosões, o resto vai fácil.</p>
<p>Chegamos ao rio e ao invés de atravessá-lo, descemos por ele até chegar a outro acesso que tem onde uma ponte passa por cima do rio. Um trecho de aproximadamente 1,5 km. Saímos do rio e fomos em direção ao asfalto. Concluímos: vamos pra Maria do Carmo.</p>
<p><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2011/08/4x4-desaparecidas-0069-06ago2011-alefilizzola-redux.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1327" title="4x4 desaparecidas - 0069 - 06ago2011 - alefilizzola - redux" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2011/08/4x4-desaparecidas-0069-06ago2011-alefilizzola-redux.jpg?w=300&#038;h=200" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Entramos lá tranqüilos e no meio da trilha, a tração traseira do Daniel para. Alguma coisa quebrou (semi-eixo ou algo interno) e o diferencial foi pro espaço. Somente com tração dianteira e ajudado com cinta e guincho, ele foi rebocado o restante da trilha até chegar lá em cima na Antena.</p>
<p><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2011/08/4x4-desaparecidas-0104-06ago2011-alefilizzola-redux.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1328" title="4x4 desaparecidas - 0104 - 06ago2011 - alefilizzola - redux" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2011/08/4x4-desaparecidas-0104-06ago2011-alefilizzola-redux.jpg?w=300&#038;h=200" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Descemos até Nova Lima pra chamar o reboque que o levaria pra casa. Enquanto aguardávamos, umas cervejinhas no buteco copo-sujo pra rebater um pouco da poeira e molhar a garganta.</p>
<p>O Konsta levou Daniel e Marcelo de carona e eu desci em direção a BH com o Alessandro. Este por sua vez, me passa um SMS enquanto estava em direção a Lagoa Santa dizendo ter deixado a câmera fotográfica no carro. Cheguei em casa e vasculhei tudo no carro, mas só encontrei o seu boné (boné que ele não deu falta e que só depois de uma semana é que o Norival, redator deste relato, foi perceber que o tal boné era dele próprio!). Daí, ligo pra ele preocupado, pois o risco de ter perdido a câmera era grande, e ele responde que estava com ela em casa&#8230; tsc, tsc, tsc, o que não faz o álcool com um Zequinha sem o compromisso da direção. Depois fica mandando e-mail tentando ensinar como descer de um carrossel de parquinho&#8230;  é difícil&#8230;</p>
<p><a href="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2011/08/4x4-desaparecidas-0115-06ago2011-alefilizzola-redux.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1329" title="4x4 desaparecidas - 0115 - 06ago2011 - alefilizzola - redux" src="http://alefilizzola.files.wordpress.com/2011/08/4x4-desaparecidas-0115-06ago2011-alefilizzola-redux.jpg?w=300&#038;h=200" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p>Assista ao vídeo clipe da trilha:  <br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=26PGzMOJ2Gg&amp;feature=player_embedded" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=26PGzMOJ2Gg&amp;feature=player_embedded</a></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p>Veja o álbum de fotos completo da trilha:</p>
<table style="width:194px;">
<tbody>
<tr>
<td style="height:194px;background:url('//picasaweb.google.com/s/c/transparent_album_background.gif') no-repeat left;" align="middle"><a href="https://picasaweb.google.com/filizzola/4x4DesaparecidasAgosto2011?authuser=0&amp;authkey=Gv1sRgCKzC6fXlo8vV1gE&amp;feat=embedwebsite" target="_blank"><img style="margin:1px 0 0 4px;" src="https://lh4.googleusercontent.com/-CvGe0uW6zDg/TkMckYGQ2SE/AAAAAAAAEbs/bc3KiZ1CmYI/s160-c/4x4DesaparecidasAgosto2011.jpg" alt="" width="160" height="160" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align:center;font-family:arial,sans-serif;font-size:11px;"><a style="color:#4d4d4d;font-weight:bold;text-decoration:none;" href="https://picasaweb.google.com/filizzola/4x4DesaparecidasAgosto2011?authuser=0&amp;authkey=Gv1sRgCKzC6fXlo8vV1gE&amp;feat=embedwebsite" target="_blank">4&#215;4 desaparecidas agosto 2011</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p>Veja o link para o álbum de fotos do Marcelo:<br />
<a href="http://br.groups.yahoo.com/group/dissidentes4x4/photos/album/559093221/pic/list" target="_blank">http://br.groups.yahoo.com/group/dissidentes4x4/photos/album/559093221/pic/list</a></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alefilizzola.wordpress.com/1321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alefilizzola.wordpress.com/1321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alefilizzola.wordpress.com/1321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alefilizzola.wordpress.com/1321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/alefilizzola.wordpress.com/1321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/alefilizzola.wordpress.com/1321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/alefilizzola.wordpress.com/1321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/alefilizzola.wordpress.com/1321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alefilizzola.wordpress.com/1321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alefilizzola.wordpress.com/1321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alefilizzola.wordpress.com/1321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alefilizzola.wordpress.com/1321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alefilizzola.wordpress.com/1321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alefilizzola.wordpress.com/1321/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alefilizzola.wordpress.com&amp;blog=5645044&amp;post=1321&amp;subd=alefilizzola&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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